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Animais de estimação: muito além do companheirismo

A maioria das pessoas adotam cães e gatos como animais de estimação, mas há quem prefira outros animais

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Os animais de estimação fazem parte da vida de grande parte da população e pode-se afirmar que eles são companheiros inseparáveis dos seus donos. Não importa o quão ruim a vida pareça ser, os animais sempre trazem alegria e amor para seus donos e fazem com que os problemas do dia a dia se tornem mais leves.

A história conta que a relação entre os humanos e os animais de estimação começa na aurora dos nossos tempos, quando descobrem que ambos podem se beneficiar desta amizade. Apesar de os cachorros e gatos serem os animais que mais estão nos lares dos piauienses, há também aqueles que optam por ter animais de estimação pouco convencionais

Galinhas, porco-da-índia, calopsitas e outras espécies são alguns dos bichos adotados por pessoas preocupadas com o bem-estar dos animais, afinal, a consciência em torno do cuidado com os bichos está crescendo e com isso, as preferências de animais de estimação têm se diversificado.

Crédito: Leo Vilari

O estudante de comunicação e fotógrafo profissional, Victor Melo, é “pai” da pequena Khalissie, uma calopsita, que foi batizada com esse nome em referência à série Game Of Thrones. A calopsita é um pássaro muito inteligente, comumente escolhido como pet pela sua habilidade em aprender a falar, cantar e realizar pequenos truques. A ave foi essencial para ajudar a família de Victor em um momento de dor profunda, após a morte do patriarca do lar, além de deixar o ambiente ainda mais afetivo.

Segundo o jovem, a paixão pelas aves nasceu quando ainda era criança, pois seu pai criava na casa da família, no bairro Ilhotas, na zona Sul de Teresina, uma espécie doméstica chamada de periquitos australianos, para reprodução. Victor afirmou que a criação deles sempre foi da forma mais livre possível. Desde então, foram sete anos sem uma ave, pois na casa da família Melo, já havia gatos e um cachorro, que exigiam muito cuidado e atenção. Há três anos, o cachorro faleceu e ficaram somente os gatos.

“Ano passado, meu pai faleceu e como eu e minha mãe ficávamos muito tempo em casa sozinhos, então tive a ideia de voltar a criar uma ave doméstica. Fui na feira dos pássaros para pesquisar e acabei conhecendo a Khalissie”, disse. Sem dúvidas, a presença da ave em casa trouxe mais felicidade e ajudou a família a passar pelo momento de luto.

“Ela é a alegria da casa, o clima mudou, pois até mesmo a trilha de abertura da série ela aprendeu. O ambiente também mudou, literalmente. Ela é um amor, fica com todo mundo no colo, canta, brinca e é um tipo de animal muito curioso e esperto. Veio em boa hora. E claro, pretendo ter mais uma calopsita para fazer companhia para ela”, pontuou.

Crédito: Leo Vilari

Bastante independente, a calopsita não gosta de viver em gaiola e prefere ser criada solta. Khalissie está constantemente perto de Victor, seguindo os passos dele pela casa, por ser um animal muito companheiro. A ave é extremamente ativa, além de superinteligente. Não à toa, exige interação e atenção do dono.

Mantendo viva a memória afetiva criando galinhas

O educador físico Max Dourado, decidiu criar um animal de estimação pouco convencional para a maioria das residências da zona urbana da capital piauiense: galinhas. Além de excelentes bichos de estimação, as galinhas são consideradas verdadeiros membros da família. Não só botam ovos como também acabam com pragas como ratos, comem sobras de praticamente tudo, são muito inteligentes e cheias de amor para dar.

Max afirma que saiu do interior do município de Buriti dos Lopes (300 km de Teresina) e que desde criança era acostumado a ver sua família criando galinhas. Quando se mudou com os familiares para Teresina, fez questão de trazer os animais e passou a ter um cuidado maior com elas, já que as aves fizeram parte da sua infância e de sua cidade natal, apesar de não serem tão comuns de se ver pelas ruas da capital. "Hoje eu cuido de umas 20 galinhas, mas tem as mais importantes que são as mais velhas. Tem o Pedro que é o galo e neto dos outros galos que já criei e faleceram por morte natural. Tem ainda a Cleide, a Maria, a Vitória, a Laureta que é a mais nova e muitas outras", disse.

Por conta da rotina como educador físico, Max conta que durante a semana, os cuidados das galinhas ficam por conta da sua mãe, mas faz questão de todas as manhãs ir até o local onde elas ficam e jogar o milho para primeira refeição do dia. "Devido à correria dos meus dias durante a semana fica complicado para eu cuidar delas, mas meus fins de semana são com elas. Eu verifico como estão as penas, sem tem alguma coisa enrolada no pé, se tem alguma doente, já que têm períodos endêmicos, como esse do período chuvoso, onde os cuidados redobram porque elas podem adoecer, por isso são vacinadas com vitaminas e antibióticos para que fiquem mais fortes e aguentem os períodos mais frios", acrescentou.

Max revela ainda que quando conta que cria galinhas, muitas pessoas imaginam que seja para o abate e alimentação, mas ele sempre explica que elas são animais de estimação e que existe uma memória afetiva e um carinho especial pelas aves. "As pessoas ficam abismadas quando descobrem, pois não acham normal você criar galinhas por criar, mas eu acho que todo mundo se apega com os animais que conviveram mais com você”, esclareceu. (W.B.)

Porquinhos da índia: animais dóceis e muito ativos

A ciência já provou que faz bem para a saúde emocional do ser humano ter um bichinho de estimação para cuidar e dar carinho, melhorando até mesmo a imunidade e instintos sociais da pessoa. A estudante de pedagogia, Eryka Alcântara, 22 anos, escolheu ter um porquinho da índia, que diferente de gatos e cachorros ocupa menos espaço em casa e dá menos trabalho, são dóceis e muito ativos.

O porquinho da índia é um roedor mamífero que foi domesticado para viver junto com os seres humanos. Ele é carinhoso, brincalhão, dócil e adora fazer exercícios em sua gaiola. “Escolhi um porquinho da índia pelo desafio de criar um bicho desconhecido para mim. Eles passam o dia comendo. Um detalhe importante é que eles destroem a própria casinha, estou na fase de adaptação, mas adorando o universo deles e me fazendo muito bem”, considerou a dona da pequena Dilma, nome dado ao mamífero.

Eles são animais considerados muito dóceis, adoram receber e dar carinho, podendo ficar no colo durante horas. O porquinho da índia também é conhecido pela grande quantidade de energia. Mas é preciso tomar cuidado ao retirá-lo da gaiola, caso eles se sintam de alguma forma ameaçados, sozinhos ou que não tenham construído ainda uma confiança em relação ao dono, o maior instinto é o de fuga. E se um animal tão pequeno desaparece, é difícil reencontrar.

O porquinho da índia é um animal perfeito para quem não tem muito espaço em casa nem muito tempo para se dedicar a um animal como um cachorro, que demanda mais atenção para passeios, brincadeiras, carinho e comida. (W.B.)



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