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Bolsonaro faz vasectomia pela segunda vez em hospital militar no DF

Ao contrário de outras vezes em que passou por procedimentos médicos, o Planalto não emitiu nota oficial.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que tem 64 anos de idade, se submeteu, no início da noite de ontem, a uma vasectomia, procedimento médico de esterilização para homens que não desejam engravidar sua parceira no futuro. A cirurgia foi feita no Hospital das Forças Armadas (HFA). Esta é a segunda vez que o presidente se submete a esse procedimento. Ele passou a tarde em viagem a Minas Gerais, discutindo providências para a questão das enchentes que assolam o estado. Quando desembarcou de volta em Brasília, às 18h, seguiu direto para o HFA para se submeter à cirurgia.

Para fazer uma vasectomia, é preciso ter mais de 25 anos ou pelo menos dois filhos. A cirurgia só pode ser marcada para dois meses depois da primeira consulta com o médico, um tempo para o paciente decidir se é isso mesmo que ele quer. Com anestesia local, o médico faz duas pequenas incisões de 1 centímetro cada uma e interrompe a passagem do sêmen do testículo para a próstata.

Wilson Dias/Agência Brasil

Ao contrário de outras vezes em que passou por procedimentos médicos, o Planalto não emitiu nota oficial. Auxiliares do presidente limitaram-se a dizer que ele havia ido fazer exames, e a orientação era de manter sigilo sobre a ida ao hospital. Quando saiu do hospital, antes das 20h30, o presidente fez questão de caminhar até o carro. Fez isso lentamente e com um dos braços apoiado sobre um assessor.

Hoje, a agenda do presidente está sem compromissos oficiais, embora haja expectativa de que ele possa se reunir com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que estava de férias nos Estados Unidos e antecipou a sua volta, de segunda-feira (3) para hoje. Embora no Planalto as informações sejam de que o presidente não pretende receber o ministro hoje porque estará de repouso, Onyx espera poder conversar com ele e discutir sua situação que ficou delicada após crise que levou à demissão de seu número dois, José Vicente Santini, por causa do uso de um jato da FAB para ir a Davos e Nova Déli.



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