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Detenta diz que não tentou passar por inocente e pede perdão em carta

A trans Suzi Oliveira, condenada por homicídio qualificado e estupro de vulnerável, divulgou carta após polêmica sobre entrevista a Drauzio Varella

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A detenta transexual Suzi Oliveira, que é alvo de polêmica desde que concedeu entrevista ao médico Drauzio Varella, no programa Fantástico, da TV Globo, disse em carta divulgada nesta segunda-feira (09/03) no Instagram de sua advogada que cometeu um crime no passado e que está pagando por ele. As informações são do R7.

Documentos divulgados por um grupo de advogados revelaram que Suzi foi condenada por estuprar e estrangular uma criança em 2010 no bairro União de Vila Nova, na capital paulista.

"Eu, Suzi Oliveira, 'Rafael Tadeu', venho dizer que na entrevista ao jornal 'Fantástico' não foi me foi perguntado nada referente ao B.O [boletim de ocorrência]. Eu sei que errei e muito. [Em] Nenhum momento tentei passar como inocente e desde aquele dia me arrependi verdadeiramente, e hoje estou aqui pagando por tudo que cometi...", disse.

Ela não entrou em detalhes sobre o crime na carta divulgada pela advogada Bruna Castro. No texto, ela aproveitou para pedir perdão. "Errei sim e estou pagando cada dia, cada hora e cada minuto aqui neste lugar. Antes não teria essa oportunidade, agora quero apenas pedir perdão pelo meu erro no passado", finalizou.

A reportagem de Drauzio Varella, que atua como voluntário em penitenciárias pelo país, mostrou que a detenta não recebe visitas há anos. Ao final da entrevista, ele deu um abraço na presa.

Crime


De acordo com o processo em que Suzi foi condenada, após abusar da vítima, um menino de 9 anos, "com a finalidade de assegurar a impunidade pelo crime anterior, o peticionário matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência".

A Secretaria da Administração Penitenciária confirmou que Suzi cumpre pena na Penitenciária José Parada Neto, em Guarulhos (Grande SP), por homicídio triplamente qualificado e estupro de vulnerável.


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