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Escolas de samba do Rio vendem 50% das fantasias pela Web

Escolas de samba do Rio vendem 50% das fantasias pela Web

Escolas de samba do Rio vendem 50% das fantasias pela Web
Escolas de samba do Rio vendem 50% das fantasias pela Web | Divulgação
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O carnaval carioca definitivamente caiu na rede. Para o desfile de 2008, nada menos do que 11 das 12 escolas de samba do Grupo Especial se renderam completamente ao mundo virtual e estão vendendo fantasias de alas e até de composição de alegorias pela internet. Negócio que já representa 50% das vendas de fantasias na maioria das escolas.

Apenas a Vila Isabel não aderiu ao comércio globalizado. Das 3.500 fantasias da escola, três mil serão doadas à comunidade ? incluindo as alas de baianas, bateria e velha guarda. As outras 500 estão sendo vendidas, de forma tradicional. O folião trata diretamente da compra no barracão da escola, na Cidade do Samba, na Gamboa, na Zona Portuária.

A internet facilita a vida de quem quer desfilar e dos presidentes de ala. Nos sites das escolas são apresentados fotos ou figurinos dos protótipos da fantasias das alas. Junto delas, há telefones ou e-mails para que os interessados possam saber detalhes sobre a roupa ou ainda entrar em acordo sobre a forma de pagamentos, como acontece com as fantasias da Imperatriz Leopoldinense, da Mocidade, da Beija-Flor, entre outras.

Presidente de ala e vice-presidente da Mangueira, Eli Gonçalves, a Chininha, conta que internet acelerou e facilitou o processo de escolha e compra de fantasias, principalmente para quem mora fora do Rio. Duas alas da escola já estão com as fantasias esgotadas.

?Hoje, é difícil conhecer todos os componentes da ala. Muita gente só se conhece na véspera do desfile quando vai pegar a fantasia. Outros, nem isso, pois pagam o frete para receber a roupa em casa. Esse afastamento faz com que as escolas sejam mais profissionais. Anos atrás levei um calote em cinco fantasias, os compradores sustaram os cheques que deram no sábado de carnaval?, lembrou Chininha, dizendo que atualmente a vaga na ala só é garantida mediante o pagamento de um sinal e a fantasia só é entregue depois de comprovadamente quitada.

Pagamento em cartão ou em até 5 vezes

No Salgueiro, uma das primeiras escolas a entrar na era virtual ? o site está completando dez anos ? até os e-mails dos presidentes de alas são ?oficiais?. Ou seja, todos são cadastrados pela escola para dar credibilidade e segurança ao negócio.

A reboque da internet outras facilidades foram aparecendo. Presidente da Ala do Catiço, da São Clemente, Diva Almeida, que no seu ateliê também vende fantasias da Viradouro, da Unidos da Tijuca, da Portela, da Estácio de Sá e da Caprichosos de Pilares, facilita o pagamento em até cinco vezes no cartão de crédito.

?Cerca de 60% das vendas que faço são através da internet. Mas com as facilidades, as pessoas deixam para comprar fantasia depois do réveillon. A internet permite que as pessoas vejam todas as fantasias e pesquisem preços?, explicou Diva.

Fornecedor corre mais riscos

De acordo com o subsecretário adjunto dos direitos do consumidor do Procon, José Teixeira Fernandes, por se tratar de um produto específico e com muitos detalhes, o maior risco de fazer um mau negócio é dos presidentes de alas. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente que faz uma compra fora do estabelecimento comercial ? ou seja, via internet ? tem o direito do arrependimento.

?Ele tem até sete dias ele pode se arrepender da compra, por problemas de tamanho, de cor ou de outros detalhes que não estejam de acordo com o que ele aceitou comprar. Neste caso, o consumidor deve ser ressarcido da compra e o custo da devolução fica por conta do fornecedor da mercadoria?, explicou Fernandes.

Para que o folião não ?dance? muito antes do carnaval, Fernandes aconselha ao interessado que verifique a credibilidade dos sites antes de fazer negócio. Ou seja, que procure saber o endereço físico do fornecedor, telefone e o CNPJ (se houver) antes de fechar negócio.

?As vendas por meio de sites estão entre as maiores reclamações do Procon. Mas até hoje, nunca tivemos problemas com as vendas de fantasia feitas pelas escolas de samba?, g


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