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Juros do cartão de crédito caem após 33 meses de estabilidade

Em resposta à pressão do governo, Caixa e Banco do Brasil anunciaram diminuições de até 40% para o rotativo do cartão de crédito

Juros do cartão de crédito caem após 33 meses de estabilidade
Cartões de crédito | Reprodução
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A sexta redução da taxa de juros média para pessoas físicas neste ano mostrou pela primeira vez uma queda nos custos de uso do cartão de crédito, estável há 33 meses.

A queda reflete o esforço dos bancos públicos para atacar a única linha voltada a consumidores ainda inalterada --entre seis pesquisadas pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças)-- desde a movimentação do setor financeiro para diminuir o custo financeiro no país, iniciado em abril.

Em resposta à pressão do governo, Caixa e Banco do Brasil anunciaram diminuições de até 40% para o rotativo do cartão de crédito no início de setembro. Ambos já haviam forçado mudanças em outros produtos de crédito, como o financiamento de veículos.

Diante do esforço, a taxa média para o cartão caiu de 10,69% em agosto para 10,41% ao mês em setembro, o menor nível desde junho de 2008 (10,4% ao mês), de acordo com a pesquisa mensal da Anefac.

Todas as outras linhas apuradas no levantamento também recuaram no último mês e derrubaram, assim, a taxa média geral para pessoas físicas ao menor nível histórico da pesquisa, em 5,81%, ou 96,93% ao ano. Esta é a primeira vez que a taxa média fica abaixo de 100% ao ano em toda a série.

A Anefac espera novas reduções nos próximos meses puxadas pela melhora da economia, maior competição no setor e melhora nos índices de inadimplência.

A entidade lembra ainda que alguns cortes para os juros do cartão de crédito já anunciados passam a valer apenas a partir deste mês.

Considerada uma linha de fácil acesso, a modalidade é apontada como grande vilã ao bolso dos brasileiros.

Para evitar uso inadequado, especialistas recomendam que os consumidores não tenham mais de um cartão de crédito e que tentem acompanhar a fatura pela internet para pagar à vista.

Caso a dívida já tenha sido contraída, a dica é trocá-la por uma mais barata, como o crédito consignado.

VEJA AS TAXAS DE JUROS PARA PESSOAS FÍSICAS


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