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Taxa de inadimplência sobe em 2012 e frustra expectativas do governo

No ano passado, taxa geral de inadimplência subiu 0,3 ponto, para 5,8%. Inadimplência de PF fecha 2012 em 7,9%, maior valor desde 2009

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A taxa de inadimplência das pessoas físicas e das empresas, que mede o atraso de pagamento superior a 90 dias, somou 5,8% em dezembro do ano passado, informou nesta sexta-feira (25) o Banco Central. A taxa registrou um crescimento de 0,3 ponto percentual em 2012 - uma vez que estava em 5,5% no fechamento de 2011.

Com isso, o comportamento da taxa de inadimplência frustrou a expectativa de integrantes da equipe econômica. O próprio Banco Central repetiu, inúmeras vezes no decorrer do ano passado, que esperava recuo da taxa de inadimplência em 2012. O mesmo discurso foi adotado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Pessoa física e empresas

No caso da taxa de inadimplência somente das pessoas físicas, que mede o atraso de pagamento superior a 90 dias, o valor somou 7,9% em dezembro. Trata-se do maior patamar desde novembro de 2009 (8%). No acumulado de 2012, a inadimplência de pessoas físicas subiu 0,5 ponto percentual, visto que estava em 7,4% no fim de 2011.

Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas somou 4% em dezembro do ano passado. Em 2012, ainda segundo informações da autoridade monetária, houve crescimento de 0,1 ponto percentual, uma vez que a inadimplência das empresas somou 3,9% no fechamento do ano passado.

Alerta

O crescimento da inadimplência, que vem ocorrendo consistentemente desde 2009, já foi objeto de críticas de organismos multilaterais, como o Banco de Compensações Internacionais (BIS, o banco central dos bancos centrais), há alguns meses.

Em relatório, a instituição sustentou que o Brasil estaria na "zona de perigo" por considerar haver um descompasso entre o crescimento do crédito e da expansão da economia. Citou também preocupação com o nível de endividamento das famílias e das empresas brasileiras e com o forte crescimento dos preços do mercado imobiliário.

O BC, por sua vez, tem argumentado que o crescimento da inadimpência, nos últimos anos, está relacionada, entre outros fatores, com as operações de financiamento de veículos ? que tiveram, no passado, parcelamentos mais longos, em até 72 meses.


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