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Entidades estão sem recursos para ajudar venezuelanos

A situação dos venezuelanos acolhidos em Teresina foi discutida em audiência com entidades e órgãos públicos.

Entidades estão sem recursos para ajudar venezuelanos
Audiência para tratar da situação dos venezuelanos em Teresina | José Alves Filho
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Aconteceu na manhã da quarta-feira (5) uma reunião aberta para um debate sobre a situação dos venezuelanos que estão abrigados em Teresina, mas vivendo em situação de insalubridade. Na sede do Movimento Pela Paz na Periferia (MP3), vários membros de entidades e órgãos governamentais, como a Secretaria Estadual de Assistência Social (SASC), Comissão de Direitos Humanos, Ordem dos Advogados do Brasil no Piauí (OAB) e Cáritas, compareceram ao local para discutir as medidas tomadas para garantir a assistência a essas pessoas.

Crédito: José Alves Filho

Há reclamações pela falta de resoluções das medidas estabelecidas em reuniões anteriores. Além da precariedade do local onde eles estão morando, soma-se a falta de ações com os casos de crianças que são levadas com pais para os semáforos, além das condições de saúde dos venezuelanos.  “Eu espero que o poder público assuma sua função. O que a gente vem sentindo é que o poder público estadual e municipal não está fazendo nada, na prática. Eles estão auxiliando as ONGs, o que é o contrário, nós que temos que ser auxiliados”, disse o coordenador do projeto MP3, Júnior do MP3.

A situação dos imigrantes está preocupando as entidades, que já começam a sofrer com a falta de recursos para ajudar na demanda após a chegada de mais venezuelanos. A integrante da  Cáritas Arquidiocesana de Teresina, Lucineide Rodrigues, relata a situação de insalubridade em que eles vivem. 

“No lugar que eles estão não tem limpeza, as crianças ficam soltas na rua. A gente não consegue mais suportar essa situação por mais de 4 dias. Nós não temos mais recursos e são poucos voluntários e tentamos até mobilizar ajuda internacional”, disse.

Muitas dessas pessoas ainda estão com dificuldades para aceitar alimentos já prontos. “Eles não gostam e querem que alguém faça a comida para eles. Esses locais, que estão sendo pensados para acolhimento, precisam de uma cozinha”, disse Cícero Sousa, servidor da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) de Fortaleza/CE. 


Nesta quinta-feira (06), às 14h30, a situação do fluxo de venezuelanos e o tipo de apoio financeiro que o Piauí pode receber para acolher essas pessoas serão apresentados na Casa dos Conselhos.



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