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Estudante é condenado à prisão perpétua por estuprar 48 homens

Nas gravações feitas pelo próprio autor do crime, é possível ver os homens drogados roncando enquanto Sinaga os estuprava.

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O estudante indonésio de pós-graduação Reynhard Sinaga, , de 36 anos, foi condenado à prisão perpétua por estuprar e agredir sexualmente 48 homens em Manchester, que fica 340km de Londres. De acordo com a polícia, ele abusou de pelo menos 195 homens no período de dois anos e meio, depois de atraí-los para seu apartamento, onde as vítimas eram drogadas e atacadas após desmaiar. 

Sinaga foi condenado nesta segunda-feira a prisão perpétua por um período mínimo de 30 anos, mas já está preso. Ele já cumpre as penas de outras 88 sentenças de prisão perpétua. Porém, ele tem um mínimo de 20 anos antes de poder requerer liberdade condicional. Os dois primeiros julgamentos estão relacionados a 25 vítimas e foram realizados entre 2018 e 2019.  

Em tribunal, o estuprador alegou que suas vítimas “estavam gostando” de participar da fantasia sexual de “fingir de morto” durante o ato. Mas a defesa foi descrita como “ridícula” e descartada de forma unânime pelos quatro jurados no tribunal de Manchester.

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Nas gravações feitas pelo próprio autor do crime, é possível ver os homens drogados roncando enquanto Sinaga os estuprava.

O indonésio mudou para o Reino Unido em 2007. Ele atacava homens que acabaram de sair da adolescência e entrado na faculdade. 

O tribunal ouviu testemunhos de que Sinaga tinha uma "fórmula" testada e comprovada para encontrar suas vítimas do lado de fora de clubes noturnos a poucos minutos a pé de seu apartamento, no centro de Manchester.

Ele saía depois da meia-noite e esperava do lado de fora dos clubes, geralmente Factory ou Fifth, para atacar principalmente jovens heterossexuais que tivessem sido expulsos por seguranças ou que tivessem se separado de seus amigos. Alguns não tinham dinheiro para pegar um táxi para voltar para casa ou estavam sem bateria no celular, enquanto outros já estavam passando mal.

Todos se encontravam em estado de embriaguez quando foram abordados pelo homem sorridente, de óculos de aro preto, que parecia inofensivo. Quando ele perguntava às vítimas se elas queriam ir até o apartamento dele para dormir no chão ou tomar mais algumas bebidas, elas acreditavam em sua "boa vontade" e concordavam.

Os júris foram informados de que Sinaga mantinha os pertences dos homens como troféus e os procurava no Facebook. Ele mandou uma mensagem para um amigo para se gabar de uma vítima: "Ele foi hétero em 2014. 2015 é o seu avanço no mundo gay hahaha", disse em sua mensagem.

A polícia acredita que Sinaga teria continuado a praticar os crimes se uma de suas vítimas não tivesse acordado durante um ataque e telefonado para o socorro em 2 de junho de 2017.


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