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Acusado de matar PM em Teresina já agrediu homem em abordagem

Em coletiva de imprensa realizada na Central de Flagrantes, o delegado Luccy Keiko deu detalhes do crime que chocou os teresinenses na manhã desta sexta-feira (1º).

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Em coletiva de imprensa realizada na Central de Flagrantes, o delegado Luccy Keiko deu detalhes do crime que chocou os teresinenses na manhã desta sexta-feira (1º). O cabo da Polícia Militar, a disposição da vice-governadora Regina Sousa, identificado como Samuel de Sousa Borges, de 30 anos, levou três tiros na cabeça e morreu momentos depois de receber atendimento médico. O acusado de assassinato é Francisco Ribeiro dos Santos, policial do Maranhão lotado em Timon, no 11º Batalhão. O policial possui um histórico agressivo, tanto que em imagens resgatadas pela equipe de reportagem do Jornal Meio Norte ele aparece agredindo um rapaz identificado como Helvécio Silva Rocha Filho.

Francisco Ribeiro dos Santos, policial lotado no 11º Batalhão de Timon. Crédito: Divulgação.

De acordo com Wanda Rocha, ouvinte da Rádio Jornal Meio Norte e irmã da vítima de espancamento que entrou em contato com a reportagem, o policial indentificado como Francisco Ribeiro dos Santos tem atitudes questionáveis. “Esse policial que está envolvido neste crime é totalmente desequilibrado. Eu sou de Timon e ele também trabalha lá. Alguns anos atrás, meu irmão vindo de moto, e ele também com mais dois policiais, pediram para meu irmão parar por conta da velocidade. No momento que ele foi parar, ele desequilibrou e caiu da moto”, conta. 


Wanda denuncia que o irmão, Helvécio Silva Rocha Filho, foi agredido sem nenhum motivo. “Por causa disso, ele bateu tanto no meu irmão, que não tinha reagido, não tinha feito nada. Isso tenho tudo filmado. Isso passou na própria Meio Norte e teve muita repercussão, foi para justiça e nunca deu em nada. E ele continua sendo policial. Infelizmente, para a justiça ser feita, foi preciso ele matar um companheiro de farda na frente do filho. Na época ainda fui chamado para ir ao Quartel de Timon, falar com o comandante, que pediu que eu abafasse o caso porque eles tomaria medidas militares. Mas resolvi divulgar para que isso não acontecia com outros irmãos, filhos e pais”, finaliza.

Vítima não resistiu aos disparos. Crédito: divulgação.

Uma ambulância esperava o acusado de assassinato em frente a Central de Flagrantes, após tentativa de linchamento em frente ao Colégio Dom Barreto, após ter efetuado os disparos. “Os populares se revoltaram e o agrediram antes da polícia chegar. A revolta foi antes do delegado Willame chegar com os policiais”, conta Luccy Keiko.

 Delegado Luccy Keiko / Foto: Léo Vilari - Meio Norte

O delegado afirma que os procedimentos penais já estão sendo tomados. “Ele está sendo autuado em flagrante por homicídio qualificado e porte irregular de arma de fogo. Vamos ouvi-lo, mas as informações preliminares de algumas pessoas que presenciaram o assassinato é que era uma discussão entre ele e a vítima durante o trânsito. Os seguranças do Dom Barreto ainda tentaram amenizar a situação, o policial do Maranhão que cometeu o assassinato ainda entregou a arma que tinha na cintura, logo depois sacou e atirou contra a vítima. Não sabemos os motivos da discussão, mas ao que parece foi algo bobo, motivo fútil. Ele chegou a dizer que vítima estava perseguindo-o, mas é uma coisa que a gente duvida porque ele estava com o filho”, declara o delegado.

Foto: Léo Vilari - Meio Norte

Francisco Ribeiro dos Santos portava duas armas, sendo uma irregular. “O policial militar do maranhão foi preso com duas armas, uma pistola e uma 38, que está inclusive com porte irregular. Nós não sabíamos o que ele estava fazendo, mas estava de folga, a paisana. Ele é do Maranhão, lotado aqui em Timon, bem próximo”, acrescenta Keiko.

O filho da vítima e demais testemunhas devem ser ouvidos. “Eles foram vistos em uma discussão, ambos estavam de motocicleta, a vítima, inclusive, com o filho. O policial aparentemente não estava alcoolizado. Ele será submetido a exame de corpo de delito e fará alguns curativos. Os disparos foram na cabeça. O filho é uma criancinha e ainda não foi ouvido. As testemunhas serão ouvidas agora com riqueza de detalhes”, finaliza.

Velório será no RONE

O velório de Samuel Borges, policial militar morto no final da manhã desta sexta-feira, será no ginásio da sede da RONE, na Avenida Marechal Castelo Branco, a partir das 19h. A família, consternada, pede orações neste momento de dor.


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