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Fim de ano: Cepisa quer evitar falta de energia no litoral do Piauí

Reparos preventivos foram realizados e viaturas estarão de plantão

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Com a chegada do final de ano, a falta de energia termina sendo uma realidade. Principalmente no litoral do Estado, que acaba concentrando muitas pessoas na época do final de ano. A ideia é reduzir ao máximo as faltas de energia, além de diminuir o tempo de espera pelo retorno da distribuição elétrica.

No período de 22 de dezembro a 1º de janeiro, 449 colaboradores e 187 viaturas da Cepisa farão plantão para atender as ocorrências de final de ano. “Vamos dar um tratamento diferente à população. Não faltar energia é difícil garantir. Mas se faltar, vai voltar mais rápido. Na região do litoral vai ter uma subestação em cima de um caminhão, que tem tudo que uma subestação normal tem. Ela vai ficar energizada em paralelo para que ela substitua alguma defeituosa enquanto há o reparo”, explica Nonato Castro, presidente da Cepisa.

Presidente da Cepisa (Crédito: Raíssa Morais)
Presidente da Cepisa (Crédito: Raíssa Morais)


A Cepisa também fez reparos preventivos. “Nós já estamos fazendo manutenção de forma intensiva. A rede em área de praia, sal, o ar é agressivo. Tem muito vento. Temos que mudar o material utilizado lá, e já estamos fazendo isso. Em breve vamos garantir que não falte de jeito nenhum, mas isso leva tempo”, avalia o presidente.

Furtos de energia somam R$ 70 milhões ao ano

O Brasil inteiro paga caro pelo desvio de energia. “Em termo de Brasil, é como se tivéssemos uma Boa Esperança toda produzindo sem retorno. Paga a população e a concessionária. Vem na conta. Se não conseguimos reduzir as perdas, vamos perder R$ 70 milhões ao ano. Esse problema volta para o consumidor que paga em dia”, explica Nonato Castro.

A ideia é que a energia possa melhorar. “Estamos treinando as pessoas e implantando um modelo de gestão. Vamos começar a investir. Uma linha de mais de 50 km demora meses. Então de acordo com o quilômetro, demora para construir. Mas já começamos a mudar algumas coisas, mas não dá para mudar tudo de uma vez. São todos problemas que temos que elencar os maiores”, finaliza.


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