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Fotos mostram efeito de bombas em centro sírio após ataque dos EUA

Imagens de satélite mostram centro de pesquisa sírio após ataque

Fotos mostram efeito de bombas em centro sírio após ataque dos EUA
1 | Reprodução
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O bombardeio lançado pelos Estados Unidos, França e Reino Unido, na sexta-feira (13), contra o governo de Bashar Al-Assad teve três alvos ligados ao programa de armamento químico sírio perto de Damasco e no centro do país.

Imagens de satélite divulgadas pela agência Associated Press mostram o centro de Pesquisa e Desenvolvimento Barzah, nos arredores de Damasco, antes do bombardeio, e no sábado (15), após ser atingido por mísseis.

Além desse centro de pesquisa, outros dois alvos foram atingido em Homs (leste do Pentágono): um armazém de armas químicas – em que os EUA acreditam que estavam estoques de gás sarin – e uma base que também teria armas químicas.

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Bombardeio de sexta

A ofensiva internacional foi uma retaliação contra uma ação do governo de Assad na cidade de Duma, a principal da região de Guta Oriental, em 7 de abril. O regime sírio foi acusado de utilizar gás tóxico, deixando 40 mortos e dezenas feridos. O governo sírio nega o uso de armas químicas, que são proibidas por convenções da Organização das Nações Unidas (ONU).

Para os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da França, Emmanuel Macron, a ação conjunta foi perfeitamente executada. Ela é considerada pontual contra a utilização de armas químicas e não equivale à entrada dos três aliados no conflito na Síria, que já dura sete anos.

O presidente dos EUA disse que o uso de armas químicas foi uma escalada significativa e que as ações de Assad foram as "de um monstro". "Esse massacre [em Duma] foi uma escalada significativa em um padrão de uso de armas químicas por aquele regime terrível", afirmou.

"Não declaramos guerra ao regime de Bashar Al-Assad", afirmou Macron em uma entrevista na televisão, no domingo, em sua primeira manifestação pública depois do bombardeio.

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