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Frederick Wassef vira réu por peculato e lavagem de dinheiro

A denúncia apresentada na última sexta feira (25), faz parte de desdobramento da operação E$quema S

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A juíza federal substituta Caroline Vieira Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou nesta quarta-feira (30) denúncia do MPF-RJ (Ministério Público Federal do Rio de Janeiro) contra os advogados Frederick Wassef (que já representou a família Bolsonaro) e mais 4 pessoas por peculato e lavagem de dinheiro. 

Os outros denunciados são: as advogadas Luiza Nagib Eluf e Marcia Carina Castelo Branco Zampiron; o ex-presidente da seção fluminense do Sistema S, Orlando Diniz; e o empresário Marcelo Cazzo.

A denúncia (íntegra – 8MB), apresentada na última sexta feira (25), faz parte de desdobramento da operação E$quema S, que investiga suposto esquema de tráfico de influência envolvendo grandes escritórios de advocacia.

Em nota, o MPF disse que a juíza atribuiu o recebimento da denúncia à existência de 1 amplo conjunto de provas. “Inclui análises da Receita sobre movimentações reveladas a partir da quebra judicial de sigilos bancários, elementos obtidos na Operação Zelotes e compartilhados pela 10ª Vara Federal (de Brasília), material arrecadado pela PF a partir de buscas e apreensões, além de declarações de 1 dos réus“, disse.

Wassef e mais 4 viram réus por peculato e lavagem de dinheiro Foto: Sérgio Lima/Poder360 

OUTRO LADO

Em nota, o advogado Frederick Wassef negou as acusações e disse que “estão criminalizando a advocacia no Brasil”.

Eis a íntegra:

“Estão criminalizando a advocacia no Brasil. Eu não tenho e nunca tive qualquer relação comercial com a Fecomércio, não fui contratado por eles, não recebi um único centavo desta entidade e jamais negociei com eles. Fui contratado e prestei serviços advocatícios a um renomado escritório de advocacia criminal de São Paulo, em que a dona é uma famosa procuradora do Ministério Público de São Paulo, conhecida por ter dedicado toda sua vida e carreira a instituição Ministério Público e o combate ao crime, tratando-se de pessoa pública, íntegra, proba e de idoneidade inquestionável. Os serviços advocatícios foram devidamente prestados, os honorários foram declarados à receita federal e os impostos pagos. Após dois anos de investigação da Fecomercio, jamais fui intimado ou convocado por qualquer autoridade a prestar qualquer esclarecimento. Desde o início da referida operação “esquema” não fui investigado e ao final não fui denunciado, pois sempre souberam que jamais participei de qualquer esquema. Estranhamente após a denúncia de todos os advogados citados na referida operação sofri uma busca e apreensão em que nada foi apreendido por não terem encontrado qualquer irregularidade e mais estranhamente ainda resolveram oferecer uma denúncia relâmpago, isolada, baseada em absolutamente nada contra minha pessoa. A denúncia do Ministério Público Federal é inepta e não descreve qualquer conduta praticada por mim ou mesmo qualquer crime, tendo se limitado a narrar simplesmente pagamentos de honorários advocatícios por serviços devidamente prestados, inovando no Brasil, transformando o regular exercício da advocacia em crime, de forma irresponsável e sem medir as consequências de dano de imagem e reputação a minha pessoa. Nunca em minha vida respondi a qualquer processo ou fui investigado, sempre tive um nome limpo e sequer em 28 anos de advocacia tive uma única representação em meu desfavor perante a Ordem dos Advogados do Brasil.”

A defesa da advogada Luiza Eluf disse que ela “recebeu com absoluta perplexidade” a decisão da Justiça Federal do Rio.

“A advogada Luiza Eluf recebeu com absoluta perplexidade a notícia do oferecimento da denúncia. Ela sempre trabalhou de forma correta e transparente, com atuação rígida nos termos da Lei. Repentinamente, é surpreendida com uma perseguição desvinculada da realidade. A defesa já havia feito contato com o Ministério Público Federal e solicitado que ela fosse ouvida presencialmente e aguardava que a data fosse marcada. As advogadas Izabella Borges e Maíra Fernandes, que defendem Luiza Eluf, acreditam que a Justiça do espetáculo pode causar infinitos danos ao país! Luiza Eluf reforça que não praticou crime algum, que o serviço foi prestado conforme contrato, as notas emitidas, os tributos recolhidos, e sua inocência será comprovada.”





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