Você precisa verificar a sua conta, acesse o seu e-mail

mais
URGENTE
Acidente em aeroporto de Teresina causa confusão em voôs para todo o país
Baixe o nosso APLICATIVO
ESCOLHA A LOJA ABAIXO: Google Play AppStore
curiosidades rede meionorte blogs notícias entretenimento esportes cidades carros

Ministro Guedes defende a criação da Nova CPMF ,com pequena alíquota.

Em evento na noite desta terça-feira (20) em São Paulo, voltado para empresários e executivos, Guedes declarou que o tributo é "horroroso", mas melhor do que manter os altos encargos que encarecem a contratação de empregados.

Compartilhe
Google Whatsapp

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a criação de um imposto sobre pagamentos semelhante à extinta CPMF como forma de aliviar tributos sobre a folha de pagamento. Para ele, uma tributação parecida com a CPMF seria um jeito eficiente e rápido de arrecadar imposto, desde que a alíquota seja baixa. "Pequenininho, [o tributo] não machuca", disse.

Em evento na noite desta terça-feira (20) em São Paulo, voltado para empresários e executivos, Guedes declarou que o tributo é "horroroso", mas melhor do que manter os altos encargos que encarecem a contratação de empregados.

Segundo ele, o imposto sobre transações "baixinho e que funciona" é uma forma de arrecadar dinheiro de forma mais rápida. "Entre um imposto horroroso, muito feio, e a opção por desoneração da folha, prefiro abraçar o feioso a ficar com a oneração da folha do jeito que é hoje", disse o ministro, afirmando que esta é uma escolha da sociedade.

"Hoje, um jovem vai chegar e ter o primeiro emprego, saindo da faculdade para trabalhar. Ganha R$ 1.000 de salário, [mas] custa R$ 2.000 [à empresa]. Precisa reduzir os encargos trabalhistas."

Governo nega CPMF, mas fala em 'CP' 

O governo ainda não apresentou sua proposta de reforma tributária, mas o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, vem adiantando detalhes do projeto.

A maior controvérsia é justamente uma tributação sobre transações financeiras como forma de compensar a desoneração da folha de pagamento. Para Cintra, porém, não se trata de uma nova CMPF, mas de uma CP (Contribuição sobre Pagamentos), mais moderna e eficiente.

Extinta em 2007, a CPMF era cobrada sobre movimentações financeiras e tinha o apelido de "imposto do cheque".

Maia reafirma que CPMF não passa 

No mesmo evento desta terça, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a dizer que a ideia de tributar pagamentos tem poucas chances de se aprovada, lembrando que até Bolsonaro já se pronunciou contra a medida. 

"As pessoas, quando vão propor as coisas, não estudam a história de quem está comandando os poderes do Brasil. Em 2007, como presidente nacional do DEM, derrubamos a CPMF. Aí, o presidente da República vai e diz que é contra também. Resolveu o meu problema, não preciso mais brigar com ninguém", disse Maia.

Reforma em três pilares

Guedes descreveu ainda de que forma pretende apresentar a proposta da reforma tributária. "Nós não vamos surpreender", disse o ministro aos empresários. Segundo ele, a reforma será proposta com base em três pilares --entre eles, o tributo "pequenininho".

"O primeiro pilar é o dos impostos indiretos. Nós queremos acabar com essa proliferação de impostos indiretos. É um manicômio: PIS, Cofins, IPI. É muito imposto", afirmou.

A ideia é agregar tudo em um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) federal, um imposto único federal, e não estadual. "Por que não estou metendo a mão nos estados e municípios como está na outra proposta? Porque eu sou um liberal. O que eles chamam de guerra fiscal, eu chamo de liberdade", disse.

A "outra proposta" à qual o ministro se refere é um projeto que está em tramitação na Câmara dos Deputados.

O segundo pilar, segundo Guedes, é o Imposto de Renda, com aumento de alíquotas e redução de algumas deduções. "O Brasil deveria ter Imposto de Renda um pouco maior e menos impostos indiretos", defendeu o ministro, afirmando que está se "policiando" por ter prometido não aumentar os impostos.

Sobre a CPFM, o terceiro pilar, Guedes disse que pretende deixar este "dilema" em aberto. "Querem 20% de encargos trabalhistas, os 13 milhões de desempregados e 10 milhões de desalentados? Deixa do jeito que está. Quer testar um imposto sobre transação pequenininho, baixinho e que funciona?", questionou. "Acho oneração de folha de pagamento um crime contra os brasileiros.".


Tópicos
Compartilhe
Google Whatsapp

veja também

Não venda minhas informações pessoais

Central do usuário

Login pelas Redes Sociais

Nunca postaremos nada em seu nome


Login por e-mail

Use sua conta cadastrada por e-mail

Não tem conta no meionorte.com?

Cadastre-se