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Instituto Cágado de Barbicha devolve duas jiboias para a natureza

Ong contabiliza mais de 200 animais silvestres atropelados em 2019

Instituto Cágado de Barbicha devolve duas jiboias para a natureza
Jacqueline Lustosa | Leo Vilari

Duas jiboias da espécie Boa constrictor foram devolvidos à natureza após uma ação de resgate do Instituto Cágado de Barbicha. Os animais, sendo um macho de pequeno porte e uma fêmea de grande porte, foram soltos em uma área afastada da zona urbana de Teresina. O animal pequeno foi resgatado na zona Sudeste, já a jiboia grande foi capturada no Mocambinho, zona Norte de Teresina.

Jiboia menor foi solta em um galho. Crédito: Leo Vilari.Jiboia menor foi solta em um galho. Crédito: Leo Vilari.

Os animais, que também costumam ser resgatados em estradas do Norte do Estado, agora têm grandes chances de acasalamento para contribuírem com a perpetuação da espécie. No asfalto, o risco de atropelamento é grande. “As regiões de Campo Maior e Piripiri são as que mais registram atropelamentos. Raposas, mambiras e cobras como as que soltamos hoje são as maiores vítimas”, aponta a ambientalista Jacqueline Lustosa.

Macho tinha a menor espécie. Crédito: Leo Vilari.Macho tinha a menor espécie. Crédito: Leo Vilari.

Jacqueline, a frente do Instituto Cágado de Barbicha, cobra das autoridades uma sinalização adequada para evitar os atropelamentos de animais nas estradas, além de um trabalho de conscientização ambiental para que os motoristas fiquem ainda mais atentos. “O DNIT está mostrando interesse em fazer um trabalho de sinalização”, aponta otimista.

Jacqueline Lustosa mostra a fêmea antes da soltura. Crédito: Leo Vilari.Jacqueline Lustosa mostra a fêmea antes da soltura. Crédito: Leo Vilari.

No entanto, o número de animais mortos em estradas só cresce. Somente em 2019, mais de 200 animais mortos nas estradas, vítimas de atropelamento, foram contabilizados pelo Instituto. “É um número muito alto que precisa ser revertido. É preciso atenção e cuidado com nossa fauna”, estabelece a ambientalista.

Momento da soltura das espécimes. Crédito: Leo Vilari.Momento da soltura das espécimes. Crédito: Leo Vilari.

Jacqueline Lustosa ressalta que as jiboias não apresentam risco fatal para os seres humanos. “Elas não possuem veneno, mas a mordida é muito dolorida, então exige cuidado. O que a gente pede é que as pessoas não matem esses animais porque eles contribuem para a cadeia alimentar, além de eliminar pragas como ratos, que transmitem zoonoses como a leptospirose”, orienta.


A recomendação para quem der de cara com uma jiboia por aí é entrar em contato com a Polícia Ambiental nos telefones (86) 99541-9310 (whatsapp), (86) 99449-2387 e (86) 3230-2025.


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