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Copiloto da Germanwings Andreas Lubitz, tinha apelido enigmático: Demônio do céu

Outras revelações ao longo da investigação mostraram que Lubitz sofreu com uma grave depressão em 2009, enquanto fazia treinamento na Lufthansa. Ele teria tido uma recaída.

Copiloto da Germanwings Andreas Lubitz, tinha apelido enigmático: Demônio do céu
copiloto | Divulgação
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Em mais um episódio obscuro sobre o copiloto da Germanwings Andreas Lubitz, o tabloide “Bild” revelou que o alemão pesquisou, além de métodos de suicídio e portas de cabine, termos como bipolaridade, depressão maníaca e deterioração da visão durante as semanas que anteceram o desastre com o voo 9525. Seu apelido para fazer login no tablet que mantinha era enigmático: Skydevil (Demônio do céu).


De acordo com fontes do “Bild” dentro da promotoria, Lubitz usou o aparelho para pesquisar sobre bipolaridade, métodos terapêuticos, dor de cabeça, trauma acústico, depressão maníaca e deterioração da vista. Na semana passada, o promotor Christoph Kumpa revelou que Lubitz pesquisou diferentes métodos de suicídio e o funcionamento e as regulações das portas de cabines dos Airbus.

Segundo a revista “Der Spiegel”, Lubitz se consultava ao mesmo tempo com pelo menos cinco médicos diferentes, que já foram contatados pelas autoridades responsáveis. Um investigador ouvido estranhou a quantidade de doutores consultados, e abriu a possibilidade de que fossem problemas piscossomáticos.

Outras revelações ao longo da investigação mostraram que Lubitz sofreu com uma grave depressão em 2009, enquanto fazia treinamento na Lufthansa. Ele teria tido uma recaída.

Todos os destroços de corpos e seus DNAs dos 150 a bordo já foram recolhidos, segundo as autoridades francesas. Falta apenas identificar os fragmentos são muito pequenos.

Nesta terça-feira, médicos alemães ligados ao transporte aéreo pediram que sejam reforçados os testes com os pilotos, com "exames mais frequentes e rigorosos".

"Também é preciso descobrir se há consumo de medicamentos psicotrópicos e de drogas", disse o presidente da Associação Alemã de Médicos do Transporte Aéreo, Hans-Werner Teichmüller, ao diário "Die Welt".

 


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