A greve dos caminhoneiros chega ao oitavo dia nesta segunda-feira (28) com dúvidas sobre seus rumos mesmo após o governo anunciar mais concessões. O presidente Michel Temer (MDB) cedeu a reivindicações do movimento e anunciou na noite deste domingo (27) cinco medidas, incluindo a extensão por 60 dias de um desconto de R$ 0,46 no preço do litro do diesel.

Os protestos seguem em AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC, SE, SP e TO. Os problemas de desabastecimento de combustíveis e de alimentos seguem. A reserva de combustível no Aeroporto de Brasília está esgotada.

 (Crédito: Reprodução/Twitter)
(Crédito: Reprodução/Twitter)

As negociações contribuíram para reduzir os bloqueios nas estradas ao longo do final de semana, segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal). No entanto, há dúvidas quanto ao fim da paralisação, que continua afetando serviços em todo o país. Mesmo após o anúncio de Temer, não se sabe se os grevistas voltarão ao trabalho.

Transporte público afetados, postos de gasolina sem combustível, prateleiras vazias nos supermercados e suspensão das atividades em escolas e universidades são alguns dos efeitos ainda verificados nas principais regiões metropolitanas.

Aeroportos

Na manhã da segunda-feira, ainda estavam sem combustível 8 dos 54 aeroportos administrados pela Infraero. Veja quais são:

Teresina (PI)

São José dos Campos (SP)

Uberlândia (MG)

Ilhéus (BA)

Campina Grande (PB)

Juazeiro do Norte (CE)

Aracaju (SE)

João Pessoa (PB)