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Monja Ani Zamba ensina como pacificar crianças através da meditação

A palestra foi realizada na Casa de Acolhimento Reencontro

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A venerável Ani Zamba Chözom está no Piauí realizando palestras que percorrem os ensinamentos budistas. Aconteceu na manhã desta sexta-feira (24), uma roda de conversa em que foi ensinado aos cuidadores, estudantes de pedagogia e demais profissionais da Casa de Acolhimento Reencontro métodos de pacificar as crianças através da meditação. 

José Alves Filho

Zamba compartilha a observação da natureza e da mente, como forma de auxílio às pessoas em como ministrar suas emoções. Ela apresentou para os profissionais a forma de lidar com os diferentes pontos de vista, os resgates da criatividade para os ensinamentos e a sensação de insuficiência ocasionada pela educação que não explica que a felicidade não se encontra na materialidade.

Durante a palestra, ela comentou sobre um método que acalma as crianças, que são naturalmente  agitadas. Em uma visita a um escola, ela conta que as crianças não paravam de correr e gritar por todos os lados. A professora logo colocou em prática sua tática de chamar a atenção dos alunos. 

José Alves Filho

“Ela abriu um móvel que ficava dentro da sala. De lá, tirou cerca de 40 ursos de pelúcia e cada criança saiu correndo para pegar o seu. Todas elas deitaram no chão e em seguida colocaram o urso em cima da barriga. Sob os comandos da professora, elas acompanharam a forma que urso levantava e subia a cada inspiração e expiração. Logo ficaram calmas e o silêncio tomou conta da sala”. Era uma forma de meditação. 

Estar sozinho e não deixar que as emoções tomem de conta, pois elas são energias e as formas que as energias são utilizadas precisam ser bem encaminhadas, devido às emoções que podem tomar de conta das nossas vidas.  “Na perspectiva da raiva, Zamba sugere um novo olhar em vez de ver a raiva como inimigo, você pode enxergá-la como um suporte para a evolução”.

José Alves Filho

Rebeca de Oliveira, aluna de pedagogia da UESPI, comenta sobre os ensinamentos. “Eu pude compreender que o modo tradicional de educar às vezes é falho. Lidar com essas emoções é muito importante para a gente que convive com crianças. É preciso controlar as emoções e passar a calma”.

A psicóloga da Casa Reencontro, Lize Lopes Lima, explica os pontos discutidos pela monja. “A gente perde a capacidade de olhar para as coisas e entender que pode ser qualquer coisa. A gente como adulto precisa fazer esse resgate do olhar mais criativo. Como ela fala, todo sofrimento surge a partir das ideias que vamos construindo sobre as coisas. Existem lugares em que as crianças não recebem nenhum tipo de orientação, na verdade elas ficam livres para que encontrem suas criatividades, para que elas possam exercitar o próprio saber que trazem consigo. A educação, no fundo, é extrair um conhecimento que já se tem.”

José Alves Filho


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