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Mulher flagrada agredindo verbalmente fiscal da Vigilância é demitida

"Cidadão não, engenheiro civil, formado, melhor do que você", disse a mulher se referindo a homem que estava ao lado dela. Homem recebeu auxílio emergencial de R$ 600.

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A mulher que apareceu em uma reportagem do Fantástico do último domingo (5) ofendendo um fiscal da Prefeitura do Rio durante uma inspeção na região da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, foi demitida da empresa onde trabalhava na manhã desta segunda-feira (6), por causa do episódio. As informações são do Yahoo.

No fim de semana, Flávio Graça, superintendente de Inovação, Pesquisa e Educação em Vigilância Sanitária, Fiscalização e Controle de Zoonoses da prefeitura, foi ofendido por um casal durante uma fiscalização.

Fiscais sofrem agressões verbais - Foto: Reprodução

"Cidadão não, engenheiro civil, formado, melhor do que você", disse a mulher, que estava em um restaurante no momento da fiscalização da Vigilância.

De acordo com a nota divulgada pela Taesa, empresa privada do setor de energia, onde a mulher trabalhava, o comportamento da funcionária não condiz com as normas da empresa (veja a íntegra da nota no fim da reportagem).

"A TAESA tomou conhecimento do envolvimento de uma de suas empregadas em um caso de desrespeito às leis que visam reduzir o risco de contágio pelo novo coronavírus e compartilha a indignação da sociedade em relação a este lamentável episódio, sobretudo em um momento no qual o número de casos da doença segue em alta no Brasil e no mundo", consta no comunicado.


Homem solicitou auxílio emergencial de R$ 600

O engenheiro civil a quem a mulher no vídeo se refere solicitou e recebeu o auxílio emergencial de R$ 600 pagos pelo governo federal para ajudar pessoas em situação vulnerável durante a pandemia de Covid-19.

A informação sobre o pagamento, antecipada pelo jornal O Globo, foi confirmada pelo G1 no site da Controladoria-Geral da União, que consolida os dados de pagamentos do auxílio.

De acordo com as informações, o homem recebeu a primeira parcela de R$ 600 reais em abril e o nome dele consta no Cadastro Único do governo.

Também ao jornal, o engenheiro confirmou ter recebido os R$ 600 por estar desempregado quando solicitou a ajuda. Mas, durante a pandemia, o homem afirmou ter conseguido um emprego.

Ele negou ter agredido – mesmo que verbalmente – o fiscal e contou que tem recebido ameaças após a reportagem ter ido ao ar.

"Estamos recebendo ameaças por telefone. Estão nos xingando, nos ameaçando, estamos apavorados. Eu não esperava essa repercussão. Estamos com medo de sair na rua. Não queremos nem pensar em sair às ruas."

Íntegra da nota da TAESA

NOTA DE POSICIONAMENTO OFICIAL

A TAESA é uma companhia comprometida com a segurança e a saúde não apenas de seus empregados, mas também com o bem-estar de toda a sociedade. Desde o início da pandemia da Covid-19, a Taesa implementou inúmeras iniciativas para proteger a saúde de seus profissionais e seus familiares, como o home-office para 100% do seu quadro administrativo, e a adoção de diversas outras medidas de proteção para as equipes que operam em campo.

A companhia não compactua com qualquer comportamento que coloque em risco a saúde de outras pessoas ou com atitudes que desrespeitem o trabalho e a dignidade de profissionais que atuam na prevenção e no controle da pandemia.

A TAESA tomou conhecimento do envolvimento de uma de suas empregadas em um caso de desrespeito às leis que visam reduzir o risco de contágio pelo novo coronavírus e compartilha a indignação da sociedade em relação a este lamentável episódio, sobretudo em um momento no qual o número de casos da doença segue em alta no Brasil e no mundo.

A TAESA ressalta que segue respeitando o isolamento e as mais rigorosas regras de prevenção ao coronavírus e que a empregada em questão desrespeitou a política vigente na empresa. Diante dos fatos expostos, a TAESA decidiu por sua imediata demissão.


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