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Permissionários da Curva São Paulo pedem mais segurança

Eles alegam que o local está abandonado pelo poder público

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Permissionários do Balneário Curva São Paulo, localizado no bairro Dirceu, na zona Sudeste de Teresina, pedem por mais segurança e apoio de autoridades públicas para revitalizar o espaço. O ponto turístico e de entretenimento, inaugurado em 2007, vem perdendo a movimentação da população, que antes utilizava o local para momentos de lazer.

Mesmo com uma agradável vista para o rio Poti, o espaço está em situação de abandono e, em meio à falta de segurança, segue desconhecido por turistas que visitam a capital. José Maria Rodrigues, presidente da Associação de Barraqueiros da Curva São Paulo, explica que não tem mais a quem recorrer  "Está abandonado pela Prefeitura, mas nós estamos fazendo o possível para levantar nosso espaço novamente, mesmo que não fique como era antes", falou.

José Alves Filho

Os boxes para vendas de bebidas e alimentos, em sua maioria, estão fechados, com falhas nas estruturas e sem limpeza. Gilmar Paiva Rodrigues, proprietário de um estabelecimento, explica que falta iniciativa dos permissionários e apoio da Guarda Municipal.  "Outros parques têm guardas municipais, mas aqui não tem. Também pedimos às autoridades uma iluminação melhor, pois aqui é muito escuro para a noite", disse. 

O vendedor acrescenta que a ausência de apoio policial na área também é uma situação crítica para os visitantes e trabalhadores do local, que muitas vezes fecham o estabelecimento por medo. Para tentar diminuir a escuridão e chamar a atenção de visitantes, Gilmar instalou refletores nas colunas da barraca anexada ao boxe. "Até que depois disso a frequência ficou boa, mas a comunidade está assustada com a falta de segurança”, contou. 

Antônia Maria do Nascimento trabalha há 22 anos na beira do rio, antes mesmo da inauguração dos boxes. Nos últimos anos, a Rainha da Noite, como é chamada Antônia Maria, tem visto e vivenciado situações que fizeram-na abandonar a noite de trabalho no local. “As pessoas querem segurança e nós não temos. Eu trabalho com medo e agora fecho às 6h da tarde”, relatou.



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