Criança de 7 anos encontra família morta ao chegar em casa

A polícia disse que as vítima foram assassinadas com machadadas

Uma criança de apenas 7 anos levou um susto ao chegar em casa e encontrar a família morta, na zona rural de Eugenópolis. O suspeito de cometer o crime é o pai dela, identificado como Jovaci Marques da Silva, de 50 anos. De acordo com a Polícia Militar, ele teria matado esposa, a dona de casa Carla Roberta de Souza, de 33 anos, e a enteada, a estudante Janaína Alves da Silva, de 16 anos. A polícia disse que as vítima foram assassinadas com machadadas na cabeça. Depois do crime, o suspeito teria tirado a própria vida. 

Familiares afirmam que o suspeito tinha um relacionamento com a enteada: "Ela já tinha contado para algumas amigas que o padrasto a estava chamando para morar com ele longe da mãe e que isso estava gerando desavença na família. A esposa sabia do caso e estava muito chateada com a situação e as brigas eram constantes", disse uma testemunha.

Criança de 7 anos encontra família morta ao chegar em casa (Crédito: Reprodução)
Criança de 7 anos encontra família morta ao chegar em casa (Crédito: Reprodução)


Amigos próximos contaram que o relacionamento não era antigo, tinha cerca de dois menos. A briga mais seria foi quando Jovaci comprou um celular de R$ 4mil, para Janaína, considerado caro pelas condições da família. 

A perícia da Polícia Civil foi acionada e ao chegar ao local o corpo da adolescente foi encontrado nu ao lado do corpo da mãe. No entanto, não ficou confirmado se ela teve relações sexuais antes do crime. A faca e o machado estavam jogados no chão da casa. 

As vítimas foram encontradas pela criança de 7 anos que estava voltando da escola por volta das 13h30. Ao ver a família a cena menina gritou pedindo ajuda. Como as casas da região são distantes uma das outras, nenhum vizinho ouviu briga ou gritos na residência. 

Além da menina de 7 anos, o casal deixou mais um filho, uma criança de 2 anos, sofre de problemas mentais. O menino estava na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Belo Horizonte (Apae) no momento do crime. As crianças ficarão sob cuidados dos tios. 

Fonte: Com informações do Em
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