DEPRE descobre 2ª remessa de cocaína pelos Correios em 1 semana

A apreensão aconteceu no bairro Dirceu.

Os delegados e agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (Depre) voltaram, nesta quarta-feira (04/01), a apreender cinco tabletes de cocaína, que seriam comercializados por R$ 125 mil, enviados através dos Correios de Porto Velho (RO) para Teresina para o acusado de tráfico de drogas Cássio de Sousa Brito, preso na semana passada. A cocaína foi enviada, através do serviço de entrega rápida Sedex, da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).

Na semana passada, a DEPRE já tinha apreendido cinco tabletes de cocaína enviados de Porto Velho para o acusado de tráfico preso em Teresina, junto com sua mulher e uma estudante de Direito, que recebia a droga em sua residência e ganhava R$ 1 mil por cada encomenda.

O delegado de Prevenção e Repressão a Entorpecentes, Menandro Pedro, afirmou que a cocaína já seria misturada a outros produtos para ser vendida em Teresina e render mais dinheiro aos traficantes. Foram enviados pelos Correios 6kg de entorpecentes, cada um com valor estimado de R$ 25 mil, totalizando R$ 125 mil.

Na quarta-feira, uma pessoa foi levada para prestar depoimento na DEPRE sobre os novos tabletes, encontrados na residência na avenida Joaquim Nelson, no conjunto Dirceu, na zona Sudeste de Teresina.

O delegado Menandro Pedro afirmou que os cinco tabletes de cocaína também pertencem a Cássio de Sousa Brito, e teria chegado em Teresina no mesmo dia em que ele foi preso, mas para ser entregue pelos Correios em outro endereço. Ele disse que a prisão de Cássio de Sousa Brito teria abortado os planos e a cocaína já seria distribuída no Piauí.

Menandro Pedro acha que as duas encomendas com cocaína foram feitas por Cássio de Sousa Brito, que teria contratado não só as pessoas para receberem a cocaína em casa, como também uma pessoa para levar o entorpecente até Fortaleza (CE).

Em consequência à prisão de Cássio de Sousa Brito e de sua mulher ninguém foi no endereço no Dirceu para pegar os cinco tabletes da cocaína.

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Fonte: Efrém Ribeiro