Mãe é presa após oferecer serviços sexuais da própria filha

Kelsey tem 27 anos e está presa, sem direito a fiança.

A polícia federal dos Estados Unidos (FBI) prendeu uma mulher por colocar a filha de 3 anos à venda para fins de prostituição infantil. Kelsey Christine Wheeler, de 27 anos, pedia o equivalente a R$ 19,7 mil pela bebê.

Ela alegou às autoridades que a negociação era, na verdade, uma tentativa de roubar um cliente de prostituição. Mas a mulher acabou indiciada por tráfico sexual de criança. A prisão de Kelsey resulta de uma investigação na cidade de Eugene, no estado do Oregan, lançada no começo deste mês.

Os agentes rastrearam as atividades na internet de um suspeito de ver fotos de pedofilia e chegaram à casa no último dia 13. Em depoimento à polícia, Barret Spangler revelou a negociação com Kelsey. Ele contou que os dois tiveram um encontro sexual em Portland após se conhecerem em um site conhecido pela propaganda de prostituição. Na web, a mulher se identificava como Kelly Kox.

De acordo com os documentos do FBI, obtidos pelo diário "Oregonian", Kelsey e Spangler revelaram um para o outro suas fantasias sexuais, que incluíam crianças e incesto.

O jornal ressalta que a mãe, em primeiro momento, dispôs o filho por R$ 3,9 mil, sob a condição de estar no quarto no momento da relação sexual. Mais tarde, ela teria ficado com raiva da oferta ao lembrar de suas experiências passadas de abuso e levado a história em diante apenas para roubar o dinheiro de Spangler.

"Quando confrontada pelas evidências da investigação, (Kelsey) Wheeler reconheceu que sua situação parecia muito ruim. Ela entendeu por que os investigadores pensaram que estava traficando a filha. Wheeler não conseguiu evidências, além de seu depoimento, de que não tinha essa intenção", registrou o documento.

Um registro do Serviço de Proteção à Criança de Las Vegas relata que a mulher uma vez foi encontrada em um quarto com um homem e uma criança — os três com "o mínimo de roupas".

Kelsey está presa, sem direito a fiança, em cadeia do condado de Multnomah.


Fonte: Extra
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