Polícia prende quatro acusados de clonagem de cartões e hackers

Estão sendo cumpridos em Teresina e na cidade de Fortaleza – CE.

A Secretaria de Segurança Pública e Polícia Civil do Piauí, por meio do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO), com o apoio da Polinter  e da Polícia Civil do Estado do Ceará, realizam na manhã desta quarta-feira (23/11), a ‘Operação Phishers’, cujo objetivo é apuração de crimes de furto mediante fraude, por meio de internet, praticados por uma organização criminosa especializada (hackers) neste tipo de ação delituosa, sendo que a organização criminosa também atuava na revenda de veículos na capital vindos do Ceará com restrições judiciais, denominados de veículos "picanha".

Os agentes e delegados do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO) prenderam até o momento Denis Breno Silva Azevedo, Geannyne Rafael Alves Nepomuceno e Ana Joaquina Queiroz Nascimento.

Estão sendo cumpridos em Teresina e na cidade de Fortaleza – CE, mandados de busca e apreensão e mandados de prisão temporária, expedidos pelo Juiz de Direito Dr. Thiago Aleluia Ferreira de Oliveira, da Central de Inquéritos de Teresina. Os presos estão sendo ouvidos pela presidente do inquérito, a delegada Rejane Borges Piauilino.

De acordo com o GREGO, os hackers são acusados de acusados de furtos de cerca de R$ 20 milhões. O secretario Fábio Abreu disse que as operações são uma resposta da polícia para a sociedade e também disse que esses acusados ameaçavam os policiais.

“A resposta é dada através do trabalho porque a partir do momento que pessoas começam a tecer comentários sequer merece uma resposta da nossa parte. A parceria com outros estados é fundamental, nós estamos com essa operação dos hackers que é com o estado do Ceará, estamos com operação em Uruçuí, finalizando aquela quadrilha que tentou o roubo de defensivos agrícolas na cidade, deixando claro que a quadrilha toda é de fora do nosso Estado, mas nós prendemos ontem de madrugada o principal articulador da quadrilha no estado de Goiás e vamos fazer outras prisões próximo a Tocantins e no Maranhão. Então essa operação já está finalizando todos os componentes, inclusive os mandantes, organizadores que normalmente não estão presentes, mas nós conseguimos chegar até eles”, disse.

Segundo ele, os presos da operação Phishing, utilizavam desvios de recursos de contas de pessoas, utilizavam-se de regularizar o que era problema judicial, por isso houve a participação da Polinter nessa ação “Ainda vamos dar prosseguimento a essa operação”, declarou.

“Phishing” é uma forma de fraude em que o atacante tenta apreender informações (credenciais de login ou informações de conta) por meio de e-mail ou mensagens instantâneas, bem como outros canais de comunicação. Normalmente, a vítima recebe uma mensagem que parece ter sido enviada por contato ou organização conhecida. Os phishers utilizam redes sociais e outras fontes para reunir informações básicas sobre as vítimas.

 (Crédito: Efrém Ribeiro)
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Fonte: Portal MN
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