"O país está sangrando", comenta Silas Freire ao defender eleições

Silas Freire ainda faz uma comparação entre o presidente Temer

O Brasil está sangrando após os escândalos delação da JBS de empresários fraudulentos que saíram em liberdade do país, mas comprometeram a integridade e a confiabilidade do maior poder do país que é o executivo. Com a desconfiança no presidente Michel Temer, a economia não evolui e as transformações não acontecem e o congresso paralisa ao ponto de seus próprios aliados torcerem para que o Tribunal Superior Eleitoral o casse junto com a ex presidente Dilma Roussef para que o país comece a andar novamente.

Diante desse complicado cenário e de tantas denúncias envolvendo o presidente Temer e grande parte do congresso, o deputado federal Silas Freire tem defendido eleições diretas para recuperar a credibilidade do país e o seu crescimento. 


 “ O certo era uma eleição direta, mas eu defendo que fosse uma eleição geral, inclusive ao parlamento. Se governadores, senadores, deputados estaduais, deputados federais se dispusessem a isso, nós estaríamos inclusive contribuindo para igualdade de mandatos lá na frente, mas falta coragem e falta vontade de renovar o país.”, comenta o parlamentar. 

E Silas Freire ainda faz uma comparação entre o presidente Temer e o ex presidente José Sarney , que governou o país de 1985 a 1990: “ Temer tenta de todas as formas continuar, mas sangra por todos os lados e não sangra só, a nação também sangra com ele. Eu tenho medo que o presidente Temer, igualmente ao presidente Sarney no passado, ganhe mais um ano de mandato. Sarney ganhou um ano de mandato ,mas sem força e quase acaba com a nação. Se Temer suportar mais um ano de mandato sem força e sangrando, ele vai acabar com a nação.”,  destaca. 

Outra preocupação de Freire é com o congresso que tem mais de cem parlamentares denunciados ao Supremo Tribunal Federal- STF e por isso não teria condição moral e ética de eleger um novo presidente indiretamente. “Essa é a nossa preocupação no momento, o país está sangrando, alguns fingindo que nada aconteceu, outros torcendo por uma cassação eleitoral e outros de braços cruzados e o país congelado. E ainda o congresso querendo sem moral indiretamente eleger o presidente. A única solução a meu ver é a eleição direta e geral para passar o Brasil a limpo.”, finaliza.

Fonte: Ascom
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