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Popular entre jovens, cigarro eletrônico traz riscos à saúde

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são responsáveis por 428 mortes diárias no Brasil

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Na semana de combate ao fumo, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), do Governo do Estado, alerta para os perigos relacionados ao uso de Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), também conhecido como cigarros eletrônicos ou vaporizadores.

Envoltos em um designer moderno, os cigarros eletrônicos possuem diferentes cores, sabores e aromas. Apesar de parecerem menos prejudiciais que o cigarro tradicional, especialistas alertam que eles oferecem riscos iguais ou até mesmo piores à saúde. Além da nicotina, os dispositivos eletrônicos possuem substâncias cancerígenas e aditivos tóxicos.

O pneumologista e coordenadora do Programa de Controle do Tabagismo do HM, Penha Uchoa, explica que, por ter uma aparência mais moderna e não gerar o odor característico do cigarro tradicional, o dispositivo eletrônico passou a ser, em parte, socialmente aceito em diversos ambientes, sendo consumido principalmente por jovens.

“É preciso enfatizar que o cigarro eletrônico pode ser tragado de uma forma mais rápida e mais frequente e já dispõe de cartuchos que possibilitam o indivíduo dar 200 tragas em um curto espaço de tempo, o que corresponde a tragadas de 20 cigarros, ou seja, um maço de cigarro convencional”, ressalta Penha.

Enquanto a versão de papel queima por combustão, os cigarros eletrônicos funcionam à base de vaporização. Ao ser aquecido, o líquido existente no dispositivo gera um vapor, que é aspirado e expirado pelo usuário. Em ambos os tipos, a concentração de nicotina acaba sendo equivalente, podendo chegar até 18% em alguns eletrônicos.

Riscos à saúde

Os danos à saúde podem surgir a curto e longo prazo. Os cigarros eletrônicos são responsáveis por causar doenças respiratórias e pulmonares, como a insuficiência respiratória aguda grave, enfisema pulmonar, doenças cardiovasculares, dermatites e câncer.

Durante a pandemia de Covid-19, além dos perigos citados, a curto prazo, o uso do cigarro eletrônico pode aumentar os riscos de contaminação pelo coronavírus. “Ao fumar, o indivíduo potencializa o risco de contaminação por vírus, pois leva a mão várias vezes à boca”, pontua Penha Uchoa, que ainda alerta para o hábito nocivo de compartilhar os vaporizadores.

“As pessoas costumam se encontrar em ambientes fechados, por tempo prolongado e compartilham o cigarro eletrônico entre o grupo, isso aumenta o risco de contaminação tanto de Covid-19, quanto de outros vírus, como a herpes e a hepatite, por exemplo”.

Reprodução internet

Apoio ao paciente

O Hospital de Messejana(CE) possui o Programa de Controle do Tabagismo, sendo referência no tratamento de fumantes há 18 anos e auxiliando pacientes na luta contra a dependência. O atendimento é feito por uma equipe multiprofissional, composta por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e assistentes sociais.

Ao todo, cerca de três mil pessoas já foram atendidas pelo programa, que realiza distribuição gratuita de medicação para aliviar os sintomas da abstinência. Como medida de prevenção à Covid-19, os atendimentos estão acontecendo de forma individual.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são responsáveis por 428 mortes diárias no Brasil e aproximadamente 156 mil óbitos anuais.

Jéssica Fortes - Ascom do HM - Texto(Governo do Ceará)




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