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Presos mais dois por estupro coletivo de garota de 12 anos em favela

Cerca de 11 homens participaram da abuso sexual dentro de uma casa abandonada

Presos mais dois por estupro coletivo de garota de 12 anos em favela
| Divulgação / Polícia Civil
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Mais dois suspeitos do estupro coletivo de uma menina de 12 anos no Morro do Carvão, em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio, foram presos. Eles foram identificados como Higor Teixeira da Silva, de 22 anos, e Nielson Correa Miguel, de 28 anos, que é conhecido como Sheik, gerente do tráfico no local, segundo a polícia. 

O abuso sexual ocorreu no último dia 4, durante o carnaval, numa casa abandonada, onde havia "cerca de 11 homens" que, segundo a Polícia Civil, têm envolvimento com o tráfico de drogas. Ter relação sexual com uma menor de 14 anos é crime mesmo se ela tivesse consentido o ato. 

De acordo com a 50ª DP (Itaguaí), o primeiro suspeito a ser preso foi Jorge Luis da S. Peres, de 19 anos. Ele foi localizado em Santa Cruz, na Zona Oeste da capital, nesta terça-feira. Outro suspeito identificado é Marcelo Menes Moreira, de 31 anos. Diligências seguem em andamento para encontrá-lo.

Divulgação / Polícia Civil 

Em depoimento, a vítima explicou ter ido ao baile funk com as amigas porque queria saber como era. Mas no local, ficou embriagada e relatou ter levado uma gravata antes de ser obrigada a ir para o local do estupro.

— Ela contou que um homem deu uma gravata nela e que Sheik queria falar com ela — afirmou o delegado.

Como o crime foi filmado, a Polícia Civil também vai investigar o compartilhamento desse conteúdo, segundo o delegado.

— O vídeo circulou pela cidade e chegou até a família, que veio até a delegacia prestar queixa — afirmou o delegado. — A vítima informa que havia muitos homens dentro do banheiro e disse que seriam mais ou menos onze. O vídeo mostra cinco. Ela conta que não conseguiu visualizar armas nem no baile, nem no banheiro. E também não sabe precisar por quanto tempo foi abusada.

A Polícia Civil informou que a vítima estava num baile funk e foi obrigada, "por alguns traficantes", a ingerir bebidas alcoólicas e a se despir. Em seguida, foi levada para o local onde foi abusada sexualmente.

 Divulgação / Polícia Civil 

 

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