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Protestos contra o racismo voltam a tomar as ruas dos EUA

Manifestações após a morte do ex-segurança George Floyd entram no oitavo dia. A maioria dos atos é pacífica. Outros países também registraram protestos.

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Os Estados Unidos entraram nesta terça-feira (2) no oitavo dia de manifestações contra o racismo após a morte do ex-segurança George Floyd em uma ação policial em Minneapolis. Os protestos ocorrem na maioria das vezes de maneira pacífica.

Na véspera, o presidente Donald Trump chegou a dizer que era "um aliado das manifestações pacíficas", mas pediu que os estados endurecessem a força policial contra vândalos e ameaçou chamar Forças Armadas caso a violência continuasse no país. Ele ainda reforçou o pedido para que governadores e prefeitos convocassem a Guarda Nacional para conter tumultos.

O pedido, entretanto, recebeu rechaço de alguns políticos, como o prefeito de Nova York, Bill de Blasio. "Não precisamos que a Guarda Nacional venha à cidade", afirmou, acrescentando que os 36 mil policiais são suficientes para lidar com as manifestações.

"Quando forças armadas de fora vêm às nossas comunidades, especialmente nessas situações tensas para as quais não foram treinados, é um cenário perigoso", completou.

Veja abaixo um breve resumo dos protestos desta terça (2)

  • As duas maiores cidades dos EUA, Nova York e Los Angeles, além da capital Washington, terão novamente toque de recolher a partir desta noite.
  • Em outras grandes cidades, como Portland (Oregon), não vão adotar a medida após autoridades considerarem que a violência diminuiu na noite anterior.
  • Os protestos começaram ainda no início da tarde na maior parte do país. Nesse início, sem grandes tumultos ou saques.
  • Houve manifestações pelo mundo, as mais numerosas na Austrália, no Reino Unido e na França. Em Paris, inclusive, um ato com mais de 15 mil pessoas também relembrou a morte de cidadãos negros no país europeu.

Caso George Floyd

George Floyd morreu em 25 de maio após ser filmado com o pescoço prensado pelo joelho de um policial branco em Minneapolis. O ex-segurança, que era negro, foi alvo da operação policial por supostamente tentar pagar uma conta em uma mercearia com nota falsa de US$ 20, segundo a imprensa norte-americana.

As imagens reacenderam a questão racial dos Estados Unidos e deram início a uma série de protestos antirracismo que tomaram conta do país. Com a comoção nacional e mundial, o policial filmado ajoelhado sobre o pescoço de Floyd foi preso e formalmente acusado de homicídio.

Uma primeira perícia, oficial, não indicou evidências de que Floyd morreu por asfixia. Entretanto, outras autópsias indicaram que, sim, o ex-segurança foi morto por sufocamento.


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