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Regina Duarte é exonerada do comando da secretaria de Cultura

A exoneração foi publicada em edição desta quarta-feira (10) do "Diário Oficial da União".

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A atriz Regina Duarte foi exonerada do cargo de secretaria especial de Cultura. A exoneração foi publicada em edição desta quarta-feira (10) do "Diário Oficial da União".

Bolsonaro já havia anunciado a saída da atriz do cargo no dia 20 de maio. À época, ele afirmou que Regina Duarte assumiria a Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A Cinemateca é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual do país e é vinculada à Secretaria da Cultura.


Regina Duarte assumiu a pasta em 4 de março, com a missão de "pacificar" o embate entre a classe artística e a indústria da cultura com o governo federal.

"Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias", afirmou Bolsonaro nas redes sociais na ocasião .

A publicação de Bolsonaro foi acompanhada de um vídeo dele e de Regina, gravado no Palácio da Alvorada. Na gravação, a atriz diz ter ido até a residência oficial do presidente perguntar se estaria sendo "fritada".

"Regina, toda a semana tem um ou dois ministros que, segundo a mídia, estão sendo fritados. Objetivo é desestabilizar a gente e tentar jogar o governo no chão. Não vão conseguir. Jamais ia fritar você", responde Bolsonaro no vídeo.

No fim do vídeo, Bolsonaro diz que a atriz terá o compromisso de sempre acompanhar o presidente nas idas dele a São Paulo.

LEIA MAIS: Regina Duarte fica irritada com vídeo de Maitê Proença em entrevista

Trajetória na secretaria

Desde o início do mandato de Bolsonaro, a secretaria teve alta rotatividade em razão de polêmicas na pasta e em órgãos vinculados a ela.

No dia 5 maio, por exemplo, o governo renomeou maestro Dante Mantovani como presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Ele tinha sido exonerado por Regina no primeiro dia da atriz à frente da secretaria.

Segundo o blog da comentarista do G1 e da TV Globo Andréia Sadi, Regina não foi informada e "não entendeu" a nomeação. Mantovani foi exonerado no mesmo dia, e o ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio, justificou as mudanças por "questões internas".

A saída de Regina Duarte do governo já era um desejo da ala ideológica próxima ao presidente, conforme informou a colunista Andréia Sadi.

Bolsonaro queria Regina mais próxima

No fim de abril, na portaria do Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro elogiou Regina Duarte, mas disse que gostaria de vê-la mais próxima.

Na ocasião, ela estava em São Paulo. O presidente disse também que ela estava tendo dificuldade em lidar com questões de "ideologia de gênero".

"Infelizmente, a Regina está em São Paulo. Está trabalhando pela internet ali. E eu quero que ela esteja mais próxima. É uma excelente pessoa, um bom quadro. É também uma secretaria que era ministério. Muita gente de esquerda pregando ideologia de gênero. Essas coisas todas é que a sociedade, a massa da população, não admite. Ela tem dificuldade nesse sentido", disse o presidente.

Cinemateca

A Cinemateca Brasileira é a principal instituição que cuida da memória do cinema no Brasil. O órgão é ligado à Secretaria da Cultura do governo federal e sua sede fica na Vila Clementino, na Zona Sul de São Paulo. Foi criada em 1946, com a missão de preservar e difundir a produção audiovisual brasileira.

Guarda mais dede 250 mil rolos de filmes e mais de um milhão de documentos relacionados ao cinema, como fotos, roteiros, cartazes e livros, entre outros. Segundo a instituição, é o maior acervo de imagens em movimento da América Latina.

A sede fica em um prédio tombado onde funcionava um antigo matadouro em São Paulo. No local estão salas de cinema, biblioteca e um jardim que ficava aberto à visitação pública.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a Cinemateca Brasileira não está recebendo visitas e prestando serviços, por tempo indeterminado.


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