Salão do Livro do Dirceu encerra segunda edição e já deixa saudade

Programação trouxe bate-papo literário, palestras e exposições

Foram três dias de intensa programação. Já no lançamento dia 13 de setembro, auditório lotado mostrava o que vinha por ai. O Salão do Livro do Dirceu (Saliceu), trouxe ao maior bairro da capital, arte, diversão, literatura, música e muito mais durante os três dias de evento. O público compareceu em peso.

De 20 a 22 de setembro, a UESPI – Campus Clóvis Moura, no bairro Dirceu Arcoverde recebeu escritores locais e nacionais. E um público que envolveu crianças, jovens e adultos, mostrando que é cada vez mais necessário ações como essas para desenvolver o gosto pelos livros entre os estudantes.

 (Crédito: Cícero Filho)
(Crédito: Cícero Filho)

A programação trouxe bate-papo literário, palestras, exposições de arte, feira de livros, shows musicais, contação de histórias, espetáculos com palhaços e muito mais. Quem foi ao Saliceu não se arrependeu.


A estudante Aline Ailani, de 11 anos, não havia ido a primeira edição, mas ficou encantada com o que viu e viveu. Os olhos atentos na apresentação do Grupo Vagão, no Espaço Criança, dava o tom do que ela tinha encontrado ali em meio ao livros e outras atrações do salão. “Estou gostando muito”, disse.


O professor Pedro Pio, um dos palestrantes do Salão do Livro do Dirceu e a pessoa responsável pela criação do Memorial Clóvis Moura, ficou muito feliz com a oportunidade de participar. “Não tem como não se emocionar com um auditório cheio durante minha palestra e não se emocionar em ver tantos estudantes ávidos por conhecimento. Como morador do bairro Dirceu Arcoverde fico muito feliz”.


E foi assim com sua palestras e tantas outras, da escritora cearense Ana Miranda, do jornalista maranhense Celso Borges, do prof. Cineas Santos, do escritor Salgado Maranhão.

 (Crédito: Cícero Filho)
(Crédito: Cícero Filho)


Durante o evento chamou a atenção a exposição de arte montada pelo colégio Raldir Cavalcante Basto - Centro de Tempo Integral, do bairro Renascença. As telas produzidas pelos estudantes atraíam os olhares pela qualidade da produção. De vários estilos podiam ser apreciadas e compradas também. Tudo vendido a preços populares.


O Salão aconteceu com recursos provenientes de emendas parlamentares do deputado João de Deus(PT) e contou com o apoio da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Secretaria Estadual de Cultura (Secult) e Universidade Estadual do Piauí (UESPI). A organização da 21ª Gerência Regional de Educação(GRE).

 (Crédito: Cícero Filho)
(Crédito: Cícero Filho)


Fonte: Portal Meio Norte
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