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Serviços de proteção às mulheres continuam funcionando

Praticamente todos os serviços que normalmente são prestados durante as circunstâncias ordinárias comuns, continuam

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O isolamento social é um forte aliado para redução dos índices de propagação da Covid-19. Mas por outro lado, um fator de risco, diante da limitação do funcionamento de espaços físicos para a realização de denúncias e apoio às mulheres que sofrem violência doméstica e familiar. Para sanar essa dificuldade, órgãos responsáveis pela proteção continuam fornecendo ajuda para quem vive, no momento, 24h por dia ao lado de potenciais agressores.

Praticamente todos os serviços que normalmente são prestados durante as circunstâncias ordinárias comuns, continuam. “Desde as delegacias da mulher, mesmo funcionando de forma restrita, Plantão da Central de Gênero, o Centro de Referência Estadual e Municipal, a Defensoria Pública e o Ministério Público Judiciário estão todos funcionando de forma não presencial, mas fazendo todo o possível para facilitar o acesso, para que essas mulheres possam se libertar da situação de violência doméstica e familiar”, disse Lia Medeiros, defensora pública e Coordenadora do Núcleo da Mulher.

Defensora pública Lia Medeiros

A Defensoria Pública do Piauí disponibilizou em redes sociais, como Instagram e Facebook, números de contato dos núcleos em defesa da mulher em funcionamento  “A mulher pode acessar o número que está disponibilizado e assim, ela vai colocar a demanda que necessita e será direcionada para um núcleo específico”, informa a defensora.

Nesse caso, dos problemas relacionados com a violência doméstica e familiar contra a mulher, ela deve ligar para o número  9 9473-4147. Através desse contato, por ligação ou mensagem, será direcionada para outros números diretos, seguindo em orientação e assistência. 

Além disso, ela vai receber informações necessárias para quando deve buscar o 180, em casos que a mulher precisa de informações gerais ou relatar uma violência, e no momento que ela necessite de intervenção policial, quando ela precisa ligar para o número 190.

“Todos nós, integrantes da rede, do sistema de justiça, que trabalhamos com essa questão da violência doméstica e familiar que assola as mulheres, nós estamos fazendo questão de divulgar que os serviços permanecem em funcionamento, mesmo nesse período, inclusive abrindo canais facilitadores para essa comunicação”, explica.

Por meio dos números de contato, as vítimas podem enviar documentação por email, por aplicativos de celular, instruir pedidos de medidas protetivas ou comunicar o juiz o descumprimento delas. Algumas medidas, que não são tomadas no período comum, como a possibilidade de contato telefônico com a Defensoria, também entram para ajudar.

Quanto ao motivo da alta da violência contra a mulher, apontada em vários estados, como São Paulo e Sergipe, Lia explica que o agressor acaba se sentindo mais livre para praticar ações contra o gênero, pois ele sabe que a mulher vai ter uma dificuldade maior de atendimento e acesso e tensões no isolamento

“Isso acaba refletindo sem justificativa nenhuma, obviamente, em um comportamento mais violento e mais agressivo dentro de casa, fora as próprias tensões da situação de isolamento”, disse  Lia Medeiros. 


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