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Cientistas criam peixes robôs que se regeneram sozinhos

Os peixinhos robóticos que têm aproximadamente dois centímetros de comprimento podem se regenerar magneticamente

O processo de cura é algo extremamente complexo para os seres vivos e a regeneração completa de tecidos, além de demorada, nem sempre é possível. Mas entre os robôs, esse mecanismo de autoconserto está dando os primeiros passos: pesquisadores do departamento de nanoengenharia da universidade da Califórnia desenvolveram pequenos robôs nadadores que podem se curar de danos severos.

Os peixinhos robóticos que têm aproximadamente dois centímetros de comprimento podem se regenerar magneticamente depois de serem partidos em até três pedaços. A “cura” acontece enquanto eles nadam em uma solução de peróxido de hidrogênio sem a ajuda de humanos ou elementos externos.


A autocura espontânea, que parece ter saído dos filmes de ficção científica, só é possível graças à construção dos peixes. Eles possuem uma camada inferior condutora e uma intermediária mais rígida e hidrofóbica, além de uma faixa de micropartículas alinhadas magneticamente. Para mover os robôs, os cientistas adicionaram gotas de platina à cauda, que ao, reagir com o peróxido de hidrogênio, formam bolhas que impulsionam os peixinhos.

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