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WhatsApp pode fazer bem à saúde mental dos usuários, diz pesquisa

O estudo foi realizado no Reino Unido

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Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Edge Hill, do Reino Unido, mostrou que mensageiros, como o WhatsApp, podem ter efeitos positivos para a saúde mental. Os resultados foram baseados no fato de que, quanto mais tempo as pessoas utilizam o aplicativo, menos solitárias elas se sentem – devido aos grupos de família e amigos no software, especialmente. A informação é do Tech Tudo.

Segundo o estudo, os usuários que conversavam mais pelo app relataram estar cada vez mais conectados e felizes com seus conhecidos. Além de ser uma ferramenta que permite a comunicação com qualquer pessoa do mundo, o recurso facilita a conexão com parentes e colegas distantes, dando a sensação de estar perto mesmo a quilômetros de distância. Apesar disso, vale lembrar que outras pesquisas dizem que as redes sociais estão ligadas a problemas psicológicos, como a ansiedade e depressão.

Uma das doutoras responsáveis pela pesquisa, Linda Kaye, professora de psicologia e pesquisadora da Universidade Edge Hill, afirmou que "há muito debate sobre como o tempo gasto nas redes sociais é ruim para o nosso bem estar, mas descobrimos que pode não ser tão ruim quanto pensamos". Essa afirmação está diretamente ligada ao fato de que indivíduos que têm participação ativa em grupos se sentem menos sozinhos e solitários, o que beneficia tanto a autoestima quanto a capacidade de obter relações sociais saudáveis e duradouras.

Os estudos mostraram, portanto, que as redes sociais não são apenas um fator ruim para a sociedade. O WhatsApp, por exemplo, ajuda as pessoas a se conectarem com parentes e amigos próximos de inúmeras maneiras, tanto por mensagens como por chamada de áudio e vídeo.

Efeitos negativos

Outro estudo sugere que o Instagram é a rede social mais propensa a provocar ansiedade, depressão, má qualidade de sono e insatisfação com o próprio corpo nos jovens. A informação vem de uma pesquisa do Royal Society for Public Health (RSPH), chamado Status of Mind, que teve foco em entender de que forma e em que medida as redes sociais estão afetando a mente dos jovens.

Já uma pesquisa realizada pelo University College London (UCL) revelou que meninas são duas vezes mais propensas a ter depressão devido ao uso das redes sociais do que os meninos. O estudo tinha o objetivo de analisar as associações entre mídias sociais e sintomas depressivos e foi realizado com 11 mil jovens no Reino Unido. A conclusão foi que uma a cada quatro adolescentes, ou seja, 25%, apresenta sinais clínicos da doença, enquanto o mesmo ocorreu "apenas" com 11% dos garotos analisados.


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