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“Tentaram me incriminar”, diz diarista que esteve na casa de Izadora

“Ela queria que eu tocasse nela, ela sabia que Izadora já estava morta, acho que ela tentou me incriminar”, afirmou a mulher.

A diarista que foi a primeira pessoa procurada após o assassinato da advogada Izadora Mourão, no último sábado, 13 de fevereiro, deu detalhes dobre o momento em que recebeu a ligação de Dona Maria Nerci, mãe da vítima, e de como ficou sabendo do crime.

Durante entrevista exclusiva ao Portal P2, da cidade de Pedro II, a mulher, que preferiu preservar sua identidade, relatou que a idosa ligou para ela por volta das 09h30min, pedindo insistentemente, para que ela fosse até a residência, no entanto, não relatou o motivo. 

Advogada Izadora Mourão (Foto - Facebook)Advogada Izadora Mourão (Foto - Facebook)

Ao chegar na residência, a mãe de Izadora disse que a filha teria sofrido uma facada, e estava desmaiada, e pediu para que a diarista fosse até lá, e verificar se ela ainda estava viva. “Ela queria que eu tocasse nela, ela sabia que Izadora já estava morta, acho que ela tentou me incriminar”, afirmou a mulher.

Assista a entrevista na íntegra: 

Rede Meio Norte conhece com exclusividade o local do crime  

A equipe da Rede Meio Norte entrou com exclusividade pela primeira vez na noite desta terça-feira (16), no local onde a advogada Izadora Santos Mourão, foi assassinada a facadas, pelo próprio irmão,  o jornalista João Paulo Mourão, no último sábado, dia 13 de fevereiro, no município de Pedro II, no Norte do Piauí.  Bacharel em direito, João Paulo foi preso no fim da tarde de segunda-feira (15/02), por agentes da Polícia Civil do Piauí  que investigam a morte da advogada. De acordo com a polícia, a idosa teria acobertado o crime, segundo informou Francisco Costa, o Baretta, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).


 Veja bilhete com ameaça que irmão enviou para a vítima

A Polícia Civil do Piauí divulgou um bilhete escrito pelo jornalista e bacharel em direito João Paulo Mourão para a irmã, a advogada Izadora Mourão, morta a facadas no último sábado, dentro da sua residência na cidade de Pedro II. No bilhete, João Paulo ameaça a irmã e diz para ela nunca mais mexer nas suas coisas, dando a entender que existia um problema na relação dos dois.  Em seu depoimento, o jornalista assumiu que escreveu o bilhete para a irmã.

Confira: 

Izadora, não mexa nunca mais nas minhas coisas sem a minha permissão e nem crie nenhuma confusão envolvendo meu nome e o da nossa mãe. Cuide das suas coisas, da sua vida e não crie nunca confusão desnecessária para você, nem para nós. Pare de criar confusão e se prejudicar. Cuide-se, esqueça a vida alheia, cuide bem dos seus filhos, procure organizar-se em sua vida. Lembre-se que temos uma mãe já de idade e um irmão especial para cuidarmos.

Att: João Paulo Mourão, 

P/Izadora, leia e reflita”

LEIA MAIS:  Izadora Mourão: “Nem conhecia”, diz mulher apontada como autora



 

 


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