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Lavrador que viveu 18 anos como assassino do ex-prefeito Joaquim Fonseca, comemora inocência

Lavrador que viveu 18 anos como assassino do ex-prefeito Joaquim Fonseca, comemora inocência
Braz dança com sua sobrinha durante churrasco | Ronaldo Figueiredo
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Dezenove anos se passaram do crime hediondo do prefeito Joaquim Fonseca Santos. Uma mancha negra cobriu o município de Redenção do Gurguéia; alguns já morreram, outros nasceram, mas o sentimento é o mesmo: indignam-se e pedem justiça. Todavia, com exceção da família, ninguém mais sofreu, chorou, rezou e implorou por justiça do que o lavrador Antonio Braz da Silva; homem de família humilde, honesto e trabalhador, contra parente da vítima, acusado de ter puxado o gatilho, para dar uma conotação de crime doméstico, e desviar o foco das investigações dos verdadeiros culpados. Braz, como é conhecido, ficou 43 dias preso sendo 03 em Redenção e 40 em Bom Jesus. Ele, com ajuda da família, tiveram que se sacrificar desfazendo do pouco que tinha para pagar advogados. ? Naquela época, o inquérito foi engenhosamente preparado para não haver condenação dos culpados, pois foram colocados cerca de 40 suspeitos de participação e sem nenhuma fundamentação concreta, o Braz, por exemplo, no momento do crime estava sentando em sua porta na Rua Getulio Vargas confeccionando uma tarrafa, com várias testemunhas inclusive de um policial que era seu vizinho e que também estava na calçada de sua casa (o policial não testemunhou a favor de Braz ? o acusou); no entanto, graças a coragem do Delegado Antonino Leite Vasconcelos que em 2008 reabriu o caso, ouviu depoimentos, instaurou novo inquérito e solicitou a prisão de cinco suspeitos onde dois estão presos: Salvador de Neura (acusado de ser o autor do disparo) e Dilson Fernandes (acusado de ser o mentor intelectual).

Hoje Braz comemora a reabertura do processo e conseqüentemente a descoberta dos assassinos. Sente-se aliviado por ter tirado o estigma de criminoso, embora toda cidade não acreditasse, porém a mácula não desaparece, pois a humilhação e a desonra sofrida ainda sangra.

Mas Braz em sua humildade e dignidade agradece a Deus pela ?vitória? e comemora com a família e amigos.






















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