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Trabalhadores em Educação vão à Câmara de Vereadores pedir apoio quanto ao atraso de salários.

Trabalhadores em Educação vão à Câmara de Vereadores pedir apoio quanto ao atraso de salários.
Sessão da Câmara | Ronaldo Figueiredo
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Na Sessão Ordinária de 06 de setembro, o SINTERG - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Redenção do Gurguéia solicitou espaço, para pedir apoio aos vereadores e população no que diz respeito a atraso de salários e outros o que foi prontamente atendido por a Casa.

Na Tribuna a Presidente do SINTERG Prof. Paulinete Borges disse não se justificar falar em atraso de salário, uma vez que o dinheiro é repassado regularmente pelo FUNDEB. Pediu apoio aos vereadores citando o caso de uma Merendeira que em um momento de desespero, após três meses de salário atrasado, teve o fornecimento de luz cortado e resolveu fazer um protesto na Secretaria de Educação junto ao Secretário Onário Guimarães, levando consigo algumas crianças. Segundo a presidente, ao invés do Secretário resolver o problema da servidora, transferiu-a para a Sec. De Administração (geralmente essas pessoas são remanejadas para Sec. de Obras e passam a ser garis). Porém o SINTERG se manifestou e impediu essa arbitrariedade.

A presidente relatou ainda o encontro que teve com o Gerente do Banco do Brasil, onde resolveu o problema do PASEP, segundo ela, este benefício era depositado na conta da Prefeitura e essa por sua vez levava até seis meses para efetuar o pagamento e outros se quer recebiam. Agora fica a disposição do servidor.

O Secretário do SINTERG Prof. Genário Costa disse que a Secretaria de Educação está com um déficit de R$ 350.000,00 o que impossibilita uma atualização de salário. Segundo ele houve mal gerenciamento, pois o salário está atrasado, mas o FUNDEB está em dias. Genário disse ainda que antes o Sec. Onário Guimarães buscava entendimento com a classe para encontrar soluções (uma espécie de engodo), hoje a estratégia é outra: opressão, estão ?pegando pesado? com servidores, ameaçando aqueles que participam de manifestações e debochando ?isso não vai dar em nada?.

Segundo o Prof. Genário, era meta do SINTERG deflagrar outra greve neste segundo semestre caso os problemas não fossem resolvidos, no entanto, entendendo que seria um grande prejuízo para o educando, atendendo pedido inclusive dos vereadores, optaram pelas paralisações que segundo ele vão até quando se fizerem necessárias (a cada 7 dias).

O SINTERG se pautou apenas na questão de salário, porém são várias as reivindicações como mudança de classe, nível e até implantação do Plano de Carreira já aprovado pela Câmara.

A Presidente da Casa, Nilda Soares disse a classe que está buscando soluções junto aos advogados da AVEPI (Assoc. de Vereadores do Piauí). Disse ainda que em 13 de setembro (próxima sessão) os advogados estarão aqui em Redenção e a diretoria do SINTERG já está convidada para uma reunião com os mesmos.

Nilda Soares disse ainda que o Prefeito já foi convocado pelo Vereador José Carlos em requerimento aprovado por unanimidade, o Prefeito deveria comparecer em no máximo 30 dias, mas esse prazo já foi ultrapassado.

Nilda Soares tranqüilizou os trabalhadores dizendo já ter estado no Posto Avançado da Justiça do Trabalho onde teve todas as informações de procedimento.

A Presidente desabafou ?até nós estamos sofrendo com problemas de repasse da Prefeitura?.

O vereador José Carlos se disse envergonhado não só com os trabalhadores em Educação, mas com toda classe trabalhista da cidade. Disse ter entrado em estado de stress, pela ansiedade de trabalhar e a impotência diante do absolutismo que reina na cidade. Disse não ser oposição a nada e busca o melhor para a cidade, mas as vezes vota projeto do executivo e depois se envergonha de ter votado como o caso do Projeto Minha Casa, Minha Vida, que depois da votação houve alteração dos beneficiados.

José Carlos disse que pelo descaso na Saúde, Educação, Segurança, iluminação entre outros setores, a impressão é de que não há gestor na cidade.












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