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Em carta, Lula afirma que não troca sua dignidade por liberdade

"Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade", escreveu o presidente

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em carta, que não irá trocar sua dignidade por sua liberdade. O texto foi lido por seu advogado, Cristiano Zanin Martins. "Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade", escreveu o presidente.

A jornalistas, o defensor do petista disse que "o ex-presidente Lula não reconhece a legitimidade do processo [do tríplex]".

Hoje, a juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução penal de Lula, pediu que a PF envie um histórico de conduta do ex-presidente e que sua defesa de pronuncie sobre a progressão do regime. Zanin disse que ainda não foi notificado da decisão. Ele disse, porém, que qualquer manifestação da defesa levará em conta a vontade de Lula. "Lula não aceita condição à sua liberdade".

Zanin explicou ainda que isso não significa que Lula descumprirá decisões judiciais. Só não aceitará "barganhas". "O Estado não pode impor a qualquer cidadão o cumprimento de uma condição", disse.

Michel Filho / Agência O Globo 

Leia a íntegra da carta de Lula: 

"Ao povo brasileiro, Não troco minha dignidade por minha liberdade. Tudo que os procuradores da Lava Jato deveriam realmente fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família pelo mal que fizeram à democracia, à Justiça e ao país. Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade. Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos às mentiras que contaram ao Brasil e ao mundo. Diante das arbitrariedades cometidas pelos procuradores e por Sergio Moro, cabe agora à Suprema Corte corrigir o que está errado para que  haja justiça independente e imparcial, como é devido a todo cidadão. Tenho plena consciência das decisões que tomei nesse processo e não descansarei enquanto a verdade e a Justiça não voltarem a prevalecer".

(Com informações: UOL



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