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Estudante estuprada foi dopada e só consegue lembrar de um agressor

Dopada, vítima só conseguiu fazer retrato-falado de um suspeito; crime foi em Santa Rita

Estudante estuprada foi dopada e só consegue lembrar de um agressor
Estudante estuprada foi dopada e só lembra de um agressor | Reprodução
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A Polícia Civil da Paraíba tenta identificar os suspeitos de envolvimento no suposto estupro coletivo contra uma adolescente de 14 anos em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, na tarde de quarta-feira passada (10). A vítima conseguiu descrever um dos suspeitos e um retrato-falado deve ser divulgado nesta semana.

Segundo o superintendente da Polícia Civil do Estado, Vagner Paiva Dorta, a adolescente disse em depoimento que estava indo para o Colégio Carlos Chagas, no bairro do Tibiri 2º, quando um homem teria dito que ela era muito bonita. A estudante entrou na escola e, na saída, foi abordada por esse mesmo homem.

O suspeito estava acompanhado de outro rapaz. Eles a colocaram em uma van de cor branca. A vítima, que teria sido dopada, disse à polícia que só conseguiu ver um homem cometendo o estupro. Ao todo, cinco pessoas estavam na van.

O superintendente informou que foi colhido sêmen presente no corpo da adolescente e que o material foi enviado para análise. O laudo deve apontar se o material genético é de uma ou mais pessoas e, a partir disso, um exame de DNA deve ser feito caso alguém seja detido. Caso não, o material ficará armazenado em um banco de dados.

Dorta disse acreditar que os cinco não tenham cometido a relação sexual, mas de qualquer forma se trata de um crime coletivo e que mesmo os que não tiveram relação colaboraram de alguma forma.

Os laudos da polícia e o retrato-falado devem sair até o fim da semana. O estupro coletivo ocorreu em um matagal e, depois, a adolescente foi abandonada na avenida Campina Grande, cerca de três horas após ter sido levada pelos criminosos.


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