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Homem é condenado a 37 anos por matar funcionária do MEC

O corpo da advogada Letícia Curado foi encontrado em 26 de agosto de 2019, três dias depois do desaparecimento dela.

O Tribunal do Júri de Planaltina, no Distrito Federal, condenou o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto a 37 anos de prisão, em regime fechado, pela morte da funcionária do Ministério da Educação (MEC) Letícia Sousa Curado de Melo. O crime foi em 23 de agosto de 2019, a vítima tinha 26 anos. 

O julgamento começou pouco antes das 11h desta segunda-feira (21) e terminou perto das 20h30. O caso está em sigilo.

Ao G1, o advogado de Marinésio, Marcos Venício, disse que vai recorrer da sentença.

"Maníaco em série": começa júri popular de Marinésio Olinto por assassinato de funcionária do MEC, em Brasília — Foto: Reprodução 'Maníaco em série': começa júri popular de Marinésio Olinto por assassinato de funcionária do MEC, em Brasília — Foto: Reprodução 

O conselho de sentença foi formado por cinco homens e duas mulheres, escolhidos por meio de sorteio. Marinésio foi condenado pelo assassinato, com qualificadoras de feminicídio, motivo torpe, meio cruel, dissimulação e crime praticado para assegurar impunidade de outro crime.

A pena ficou assim dividida:

  • 29 anos de prisão por homicídio
  • 3 anos 10 meses e 15 dias de prisão por estupro tentado
  • 1 anos e 8 meses por ocultação de cadáver
  • 2 anos de 6 meses por furto

"Esperamos que crimes dessa natureza não voltem a se repetir, em Planaltina ou em qualquer outro lugar", afirmou o promotor de Justiça Nathan da Silva Neto, que atuou no caso.

A morte de Letícia

A jovem foi abordada por Marinésio em uma parada de ônibus. Ela ia para o trabalho, na Esplanada dos Ministérios, quando decidiu entrar no carro do homem, que se identificou como motorista de transporte pirata.

Local onde o corpo da advogada Letícia Sousa foi encontrado — Foto: Afonso Ferreira/G1 Local onde o corpo da advogada Letícia Sousa foi encontrado — Foto: Afonso Ferreira/G1 

Após a prisão dele, a polícia passou a investigar outros crimes que teriam sido cometidos no DF também dentro da caminhonete prata que ele utilizava. Entre eles:

  • Feminicídio de Genir Pereira de Sousa, de 47 anos: ela desapareceu em 2 de junho e o corpo foi encontrado 10 dias depois. Caso ainda não julgado.
  • Abuso sexual contra duas irmãs, de 18 e 21 anos: elas usaram uma panela de ferro para conseguir fugir do carro. Em outubro de 2020, a Justiça do Distrito Federal condenou o cozinheiro a um ano de reclusão pelo crime de importunação sexual.

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