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Ladrões do 'Novo Cangaço' são condenados a 530 anos de prisão

Anteriormente, a pena definida era de 481 anos por um mega-assalto a uma transportadora de valores em Ribeirão Preto (SP)

Uma decisão da Justiça de São Paulo, tomada nesta terça-feira (06), aumentou para 530 anos a pena de prisão de quatro ladrões de banco e de carro-forte que atuavam no interior de São Paulo. Anteriormente, a pena definida era de 481 anos pela prática que ficou conhecida como 'Novo Cangaço', quando criminosos entram numa cidade, realizam ataques com tiros e bombas, roubam o alvo planejado e deixam o local rapidamente.

Segundo a Justiça, os condenados realizaram um mega-assalto à empresa de transporte de valores Prosegur, em Ribeirão Preto, no dia 5 de julho de 2016. Ao todo, R$ 51 milhões foram roubados e apenas R$ 200 mil acabaram sendo recuperados.

Transportadora de valores em Ribeirão Preto, destruída após ataque dos bandidos | Paulo Souza_EPTV_ArquivoTransportadora de valores em Ribeirão Preto, destruída após ataque dos bandidos | Paulo Souza_EPTV_Arquivo

Os quatro já haviam sido condenados, em dezembro de 2018, pela Justiça de Ribeirão Preto, em primeira instância. As defesas apelaram judicialmente e requisitaram as absolvições e nulidade do processo. Em paralelo, o MP (Ministério Público) também recorreu da primeira decisão, pois a morte do policial não constava na primeira decisão. Quem aumentou as penas foi a 4ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça).

Acusado de transportar o dinheiro roubado e os demais suspeitos em um caminhão durante a fuga, Diego de Moura Capistrano, teve a pena aumentada de 123 anos para 136 anos de prisão. Ele também é suspeito de ter participado de um roubo a outra empresa de valores, em 2017, em Ciudad Del Este, no Paraguai.

Ângelo Domingues dos Santos e Juliano Moisés Israel Lopes, considerados líderes da quadrilha, também tiveram suas penas aumentadas, de 121 para 133 anos de prisão.

O ex-funcionário da Prosegur, Sérgio Zemantauskas Daniel, acusado de passar informações aos assaltantes, recebeu pena de 116 anos de prisão, na primeira decisão, mas deve ficar 128 anos preso. 


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