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Ladrões roubam ósteses que faziam criança conseguir andar

Aparelhos estavam em um carro, que foi furtado em Curitiba. Família viajou de MG para o Paraná para fazer o tratamento da menina

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Uma família de Uberlândia, em Minas Gerais, que veio para Curitiba para trazer a filha de seis anos para fazer fisioterapia, teve o carro furtado na segunda-feira (26), no bairro Batel. No carro, estavam duas órteses mecânicas da menina, aparelho adaptado exclusivamente para quem não tem forças para ficar em pé. Sem o aparelho, ela não consegue alinhar e corpo, e consequentemente, não consegue andar.


Mãe pede que ladrões devolvam aparelhos que mantinham filha em pé

Diante da situação, a família fez vários apelos no Facebook e em meios de comunicação para conseguir recuperar tanto o veículo, que é usado para a locomoção da criança, quanto os aparelhos, que são exclusivos para o tamanho da criança. Segundo a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, até às 12h desta quinta-feira (29), não havia pistas do carro.

"Foi questão de minutos. Nós deixamos o carro estacionado em frente ao prédio de uma das fisioterapeutas dela, entre as ruas Sete de Setembro e Teixeira Soares. De repente, quando nós olhamos da janela, vimos que o carro não estava mais lá. Foi desesperador e muito rápido. Eu entrei em pânico e não sabia o que fazer", explicou a mãe da menina, Aline Giuliani, de 31 anos.

Aline contou ainda que além das órteses, no carro também estavam uma bota especial, que a menina também deve usar durante o tratamento, e uma cadeira de rodas. O prejuízo dos aparelhos foi calculado pela família em aproximadamente R$ 4 mil, além de outros pertences pessoais que ficaram no carro.


Mãe pede que ladrões devolvam aparelhos que mantinham filha em pé

"O problema não é nem o valor, claro que hoje nós não temos esse dinheiro sobrando, mas é que nós adaptamos muito até ela conseguir usar e se sentir bem. E todo esse trabalho de adaptação, demorou mais ou menos um ano e meio. Se a gente precisar refazer tudo, ela vai sofrer demais, é muita tristeza", lamenta a mãe.

A família deve ficar em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, por cerca de um mês, quando encerra o tratamento da menina. "Nossa esperança é recuperar tudo, simplesmente pelo fato que de que minha filha precisa andar e viver normalmente", finaliza a mãe.


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