Após discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente Jair Bolsonaro (PL)  reuniu cerca de 250 apoiadores e ministros em uma churrascaria brasileira em Manhattan.

No local, Bolsonaro fez um aceno para nordestinos presentes, voltou a dizer que era "imbrochável", que seu governo não aceita "discutir essa questão do aborto", e acrescentou  também que alguns ministros "se perderam pelo caminho", referindo-se a Sergio Moro.

— O Brasil é um país laico, mas eu sou cristão e ponto. Então a gente não aceita discutir essa questão de aborto, pra nós é uma questão que a gente tem que respeitar desde a concepção. Não vamos falar em liberação de drogas, nós sabemos onde alguns países ou estados foram com essa tal liberação. A questão de que cada um faz o que bem entender com a sua vida, ai não temos nada no tocante a isso. Mas não vamos admitir ideologia de gênero para criancinhas de 5 anos — disse o presidente. 






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Bolsonaro diz que governo acabou com a “corrupção sistêmica”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou nesta terça-feira (20) na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA). Em um pronunciamento de 20 minutos, abordou temas de campanha, fazendo um balanço de ações de seu governo, atacou as gestões petistas e defendeu itens da pauta conservadora.  

Em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Lula (PT), Bolsonaro disse que o governo acabou com a "corrupção sistêmica" que, para ele, existia no país, e citou as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, reveladas pelas investigações da operação Lava Jato. 

"No meu governo, extirpamos a corrupção sistêmica que existia no país. Somente entre o período de 2003 a 2015, onde a esquerda presidiu o Brasil, o endividamento da Petrobras por má-gestão, loteamento político e em desvios chegou à casa dos US$ 170 bilhões. O responsável por isso foi condenado em três instâncias por unanimidade. Delatores deveram US$ 1 bilhão de dólares e pagamos para a Bolsa americana outro bilhão por perdas de acionistas. Este é o Brasil do passado", declarou Bolsonaro.