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Celso Barros Neto ao Ielcast: “Não recebo R$ 1 para presidir a OAB”

Candidato a reeleição, Celso Barros Neto diz que sem a OAB e os adovados, sociedade seria um caos

Candidato a reeleição da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-PI, Celso Barros Neto participou do Ielcast na Rede Meio Norte, onde falou da paixão pelo esporte, música e destacou a importância da família e cresceu vendo os pais estudar. “A família é a base de tudo”, diz.

Procurador do Estado, Celso Barros Neto disse que Direito está no dia a dia das pessoas e conta que estudou de forma organizada, chegando a 10 horas por dia, foi aprovado em sete concursos.

O advogado falou do avô, doutor Celso Barros, que tem memória fabulosa, sabe muita literatura, jurista à moda antiga, sério, firme, foi presidente da OAB por seis mandatos. Sobre a instituição, Celso Barros Neto disse que o advogado tem que se aproximar da sua instituição.

“Algumas pessoas, nessa disputa, esquecem que passamos uma grande tormenta, que foi a pandemia. Qualquer gestor sentiu muito os impactos e mesmo com isso conseguimos fazer muita coisa”, disse, enfatizando que conseguiu fazer muita coisa. “As críticas que às vezes surgem, creio que muitas são injustas, pois tivemos uma pandemia e foi terrível. Às vezes, a crítica é porque já exerci outros cargos na OAB, estou lá há muito tempo, um certo preconceito”.

Na campanha, o atual presidente diz que os debates devem mais de ideias. Houve disseminação de fake news, informações desabonadoras. “Estranho a que ponto chegou isso”, disse.

Celso Barros Neto argumenta que nenhum dirigente da OAB tem remuneração. “Não recebo um real para presidir a OAB, para ir a Brasília, não recebo diárias. Há muitas limitações, não temos staff”, disse, enfatizando que a OAB tem representatividade muito importante. “Quero continuar na OAB, sendo presidente ou não”, comenta, enfatizando que se considera uma pessoa do bem e jamais agiu para prejudicar alguém e sua gestão é feita de erros e acertos.

Relação com a OAB

Na época de sua formatura, a OAB era presidida por Nelson Nery, um grande gestor da OAB e que hoje está na Academia Piauiense de Letras, preside o Conselho Estadual de Cultura. “Minha relação com a OAB começou naturalmente, participei de eventos e simpósios e fui presidente da Comissão de Exame de Ordem, a prova era feita aqui, bem organizado e daí começou a minha capilaridade política. Vi que temos que se aproximar da instituição pelo qual vamos conviver o resto da vida”, disse.

Da sua parte, Celso Barros Neto disse que sua vontade integral é de ajudar a classe e a sociedade. “É impressionante como a OAB tem presença na sociedade. Na pandemia, vi uma matéria sobre a falta de sangue no Hemopi, idealizamos a ideia de unir 20 associações de classe para uma campanha de doação de sangue. A importância da OAB não é só para o advogado, mas para sociedade”, relata, enfatizando que as pautas da sociedade consomem mais a OAB do que a própria advocacia, dada a importância da Ordem nas mais diversas áreas.

Celso Barros Neto durante o Ielcast  Celso Barros Neto durante o Ielcast  

“A sociedade sem a OAB e os advogados seria um caos. Tudo passa pelo advogado, os negócios, as relações, estabilidade das relações, eleições, tributário, criação e extinção de empresa, tudo passa pelo advogado”, disse.

Piauí tem 18 mil advogados

3.700 estão concluindo duas pós gratuitas oferecidas pela OAB com professores e aulas ao vivo e on-line. Foi a primeira vez no Brasil que ocorreu isso e o Maranhão pegou para lá a nossa expertise que está fazendo o mesmo e tem vagas para o Piauí. “Pretendo ampliar, temos pós-graduados de Ilha Grande a Santa Filomena”, informou.

A pandemia atrapalhou a realização de eventos, congressos. “Havia projeto de OAB Musical, congressos, idas à Justiça, pressão para restabelecimento da celeridade do Judiciário foram prejudicados por conta da pandemia. As instituições deixaram de funcionar”, explica.

O Piauí tem 33 faculdades de Direito e em ano normal, são 1.200 advogados formados com OAB. “De cada 100 bacharéis que fazem o exame, só 18 passam no Exame de Ordem. Temos 18 mil advogados no Piauí”, diz.

Segundo Celso Barros Neto, o advogado empreendedor está alinhado às novas tendências de mercado, com linha de atuação no novo nicho de mercado. “Temos hoje a questão de proteção de dados, fake news, direito digital. Temos projeto de fazer a primeira pós de Direito Digital do Piauí e possivelmente será gratuito.

Celso Barros Neto fala de seus projetos para OABCelso Barros Neto fala de seus projetos para OABTendência de mercado

A tendência é a modernização do mercado. “Temos a comissão do Direito Digital com pessoal que entende muito da área. Tudo hoje é virtual”, disse.

A interiorização da OAB, reformou várias sedes, fez áreas de lazer. “São ações importantes para o advogado e a sociedade ver a presença da instituição. Criamos a subseção em São João do Piauí e Esperantina”, diz, enfatizando quando a OAB está numa cidade atende os profissionais e a sociedade.

“Queremos criar mais cinco regionais, em Altos, Piracuruca, Simplício Mendes, Paulistana e Simões. O Conselho de Classe que mais tem sedes é a OAB, com 15 regionais”, disse.

Politização

Na campanha, o atual presidente diz que os debates devem mais de ideias. Houve disseminação de fake news, informações desabonadoras. “Estranho a que ponto chegou isso”, disse.

Celso Barros Neto argumenta que nenhum dirigente da OAB tem remuneração. “Não recebo um real para presidir a OAB, para ir a Brasília, não recebo diárias. Há muitas limitações, não temos staff”, disse, enfatizando que a OAB tem representatividade muito importante. “Quero continuar na OAB, sendo presidente ou não”, comenta, enfatizando que se considera uma pessoa do bem e jamais agiu para prejudicar alguém e sua gestão é feita de erros e acertos.

Sendo reeleito considera que será muito melhor. “Estamos sempre evoluindo”, disse, explicando que a competência da OAB é exigir melhorias no Judiciário.

Sobre política e candidatos concorrentes

As relações com governos estadual e municipal são republicanas e lembrou que a OAB se manifestou a favor de um técnico para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. “Nunca me filiei a um partido político”, disse.

Ao falar do opositor Carlos Henrique, Celso Barros Neto diz respeitar. “Mas o seu discurso é o mesmo de 3 anos atrás e não explica como resolverá certos problemas”, disse, enfatizando que deseja um novo mandato, sem pandemia, para trabalhar mais pela OAB.

Sobre Raimundo Júnior tem diferença substancial do Carlos Henrique. “Ele tem um discurso desconectado da realidade atual”, comenta.

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