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Covid-19: 54% acreditam em efeito devastador na economia do Brasil

Pesquisa mostra que 85% consideram a pandemia muito preocupante e só 15% acham que é "histeria"

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A pandemia da Covid-19 trouxe uma série de modificações ao panorama social e econômico em escala global. Nisto, os reflexos na vida dos brasileiros, promovidos principalmente por ações direcionadas ao isolamento, podem ser sentidos diariamente, com a mudança brusca na rotina das cidades. Para entender a percepção do brasileiro sobre o novo coronavírus, o site ‘Valor Econômico’, por meio da Consultoria Travessia – Estratégia e Marketing fez uma pesquisa quantitativa telefônica nos dias 20 e 21 de março, com 1 mil entrevistados, em todo o território nacional, com margem de erro de 3,0% e nível de confiança de 95%.

O levantamento mostra que ampla maioria da sociedade já ouviu falar sobre o novo coronavírus, os que deram resposta afirmativa somam 99%; apenas 1% indicaram não ter conhecimento.

Outro ponto importante da pesquisa é o indicativo de que a população sabe quais medidas para adotar e evitar o contágio, de modo que 94% dos entrevistados afirmaram que têm conhecimento de tais métodos e apenas 6% indicaram que não sabem.

Informados sobre a Covid-19, 68% dos entrevistados indicam que o novo coronavírus é extremamente preocupante e que possuem medo de se infectarem; 17% indicam que é preocupante, mas só atinge os mais velhos, enquanto 15% indicam que está ocorrendo uma histeria e não têm tanta preocupação. Somados, os entrevistados que estão preocupados com o novo coronavírus chega a 85% do total.

 Maioria crê em efeito devastador da pandemia na economia


Enquanto alguns grupos seguem defendendo a reabertura de algumas atividades nas principais cidades do país, a maioria da população está ciente de que o problema é grave e não será superado com rapidez. A pesquisa divulgada pela Valor Econômico aponta que 48% dos entrevistados acreditam que o Brasil conseguirá superar a epidemia do coronavírus em alguns meses, 22% indicam que demorará muito tempo; já 17% estão mais otimistas e crêem que a superação vai ocorrer em poucas semanas, enquanto 13% não souberam avaliar. Somados, os grupos que acreditam na recuperação em alguns meses e que demorará muito tempo, atingem a marca de 70%.

Neste âmbito, questionados sobre a avaliação das consequências econômicas que a pandemia deixará, 54% indicaram que serão devastadoras e nos prejudicará pelos próximos períodos; 31% apontam que causará paralisação momentânea, mas assim que sanar retomará o crescimento; 11% não souberam avaliar, enquanto somente 4% acreditaram que não ocorrerá nada demais.

 Atuação de Bolsonaro é aprovada por apenas 28%

Com uma atuação criticada por diversos grupos, e até mesmo por políticos aliados, as ações tomadas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também foram alvo da avaliação da pesquisa. Questionados, 50% indicaram que desaprovam a atuação do presidente, 28% apontam que aprovam, e 22% não souberam avaliar. Neste indicativo, é importante ressaltar que a desaprovação é maior entre as mulheres (55%) do que entre os homens (45%).

Por regiões, o Nordeste é onde o presidente têm a atuação mais criticada, 58% desaprovam, enquanto 22% aprova e 20% não souberam avaliar. No Sudeste 51% desaprovam, 26% aprovam e 23% não souberam avaliar.

No Sul, a desaprovação chega a 43%, enquanto a aprovação é de 33% e 24% não souberam avaliar. O levantamento compilou o Norte com o Centro-Oeste, onde 41% desaprovam, 37% aprovam e 22% não souberam avaliar.


Desaprovação é maior entre os mais ricos

Por faixa etária, a desaprovação da atuação do presidente também domina em todos os âmbitos. Com destaque para os entrevistados entre 16 e 24 anos, onde a desaprovação atinge 75%.

No demonstrativo por renda familiar, a ação de Bolsonaro na crise gerada pelo novo coronavírus tem a maior desaprovação no grupo dos mais ricos, ou seja, que recebe mais de 10 salários mínimos, nesta faixa 55% desaprovaram; 26% aprovaram e 19% não souberam avaliar.

Por religião o demonstrativo aponta algumas mudanças, no grupo dos evangélicos os que aprovam a ação de Bolsonaro no enfrentameto da crise são 37% do total ante 35% que desaprovam; enquanto 28% não souberam avaliar. Por sua vez entre os católicos, 57% desaprovam, 24% aprovam e 19% não souberam avaliar. Dentre as outras religiões, 64% desaprovam; 22% aprovam e 14% não avaliaram.

64% não confiam na capacidade do presidente


Líderes do mundo todo vêm buscando saídas para minimizar os problemas ocasionados pela pandemia do novo coronavírus; no Brasil, a pesquisa da Valor Econômico, indicam que 64% dos entrevistados não confiam na capacidade do presidente Jair Bolsonaro em gerenciar a crise, ante 24% que confiam. Os que não souberam avaliar somam 12%.

Quanto a atuação do Congresso Nacional, 35% desaprovam, 22% aprovam e 43% não souberam avaliar. No que diz respeito a atuação do Supremo Tribunal Federal diante da crise gerada pelo novo coronavírus, 53% não souberam avaliar, 29% desaprovam e 18% aprovam.

Atuação dos governadores é aprovada por 70%

Ao contrário da avaliação do presidente, do Congresso e do STF em relação a crise, a visão dos entrevistados sobre os governadores é positiva, sendo que 70% aprovam, 19% desaprovam e 11% não souberam avaliar. A aprovação é maior entre os homens (72%) do que entre as mulheres (68%).

A aprovação dos governadores é maior na região Sul, onde 80% dos entrevistados avaliam positivamente, e menor no Nordeste, onde a aprovação é de 67%.

Quanto a atuação dos prefeitos, 52% aprovam, 30% desaprovam e 18% não souberam avaliar. No demonstrativo por gênero a aprovação também é maior entre os homens (53%), entre as mulheres o índice é de 51%.

Por regiões, a melhor avaliação dos prefeitos novamente é no Sul (66%) e menor no Norte/Centro-Oeste (que foram compilados na pesquisa), chegando a apenas 43%.

84% concordam com as medidas de restrição


A pesquisa do Valor Econômico também sintetiza que os brasileiros estão cientes das medidas defendidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tanto que 84% concordam com as determinações impostas de proibir aulas, aglomerações e a recomendação do toque de recolher para as pessoas.

O levantamento sintetiza que apenas 12% discordam das medidas restritivas, enquanto 4% não souberam avaliá-las.


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