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CPI do Transporte de Teresina encerra etapa de depoimentos com empresários

Nesta quinta-feira, 10, foram ouvidos três empresários que operam em Teresina.

A CPI do Transporte Público de Teresina encerrou nesta quinta-feira, 10, a etapa de oivitas com empresas que fazem o transporte público e foram interrogados os empresários Nilo Campelo (Transporte Teresina), Francisco Barros (Viação Santana) e Moisés Sérvio FerreiraNeto (Transfácil).

Os empresários falaram da execução do contrato de licitação, do período difícil para o setor com a Pandemia da Covid-19, que fez reduzir a frota e o número de funcionários.

Para o presidente da CPI, vereador Edilberto Borges, o Dudu (PT), os empresários apresentaram informações relevantes e que alguns pontos serão aprofundados.

Ao longo das oitivas, os vereadores questionaram os repasses e subsídios da Prefeitura Municipal de Teresina ao setor, os acordos realizados de 2015 a 2021.

CPI ouviu os últimos empresários nesta quinta-feiraCPI ouviu os últimos empresários nesta quinta-feira

Alguns pontos ficaram claros e serão aprofundados. "Vamos levantar e analisar todas as informações prestadas pelas empresas e então partiremos para as próximas etapas", disse o vereador Dudu, que vai ouvir ex-gestores e gestores para falar sobre o sistema e os últimos acordos. "A partir de todas as informações poderemos ter um norte e apontar a saída para o transporte público da cidade", afirma Dudu.

No depoimento desta quinta, Nilo Campelo deixou claro que sua empresa não consegue atuar sem o devido repasse. "Cada vez que a empresa deixa de receber o valor do repasse, ela vai deixando de cumprir algo do contrato. Quando não se recebe em dia, não paga em dia", comentou.

O empresário Moisés Sérvio diz que o sistema, da forma como está operando, é inviável. "Se a outra parte cumprir o compromisso, volta a funcionar. É preciso dialogar todas as partes e repactuar", disse, enfatizando que a execução do contrato começou em 2015 e o primeiro repasse só ocorreu em 2017. Portanto, já existia uma dívida de 2 anos.

O empresário Francisco Barros disse que se houver o repasse o sistema pode parar. "Existe PPP no Estado, na União e essa é uma parceria público-privada e se não houver cumprimento de uma das partes não funciona", diz.





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