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TSE refuta suspeitas contra urnas e diz que identificará fraudes

“Desinformação deliberada precisa ser combatida”, diz Rosa Weber.

TSE refuta suspeitas contra urnas e diz que identificará fraudes
1 | Evaristo Sá/AFP
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A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Rosa Weber, disse neste domingo que as chamadas " fake news " devem ser combatidas no país. Em entrevista à imprensa, ela ponderou, contudo, que a Justiça Eleitoral não enfrenta "boatos com boatos" e avaliou que há um tempo para uma resposta em respeito ao devido processo legal.

"O que nos reúne aqui hoje é a nossa crença de que a desinformação deliberada ou involuntária, que visa o descrédito da Justiça Eleitoral, precisa ser combatida com informação responsável e transparência", disse a ministra.

A presidente do TSE avaliou que as discussões políticas estão "exacerbadas" e os níveis de discórdia atingiram "graus inquietantes" no segundo turno da disputa presidencial. Ela considerou esses comportamentos naturais no processo eleitoral.

"As ações judiciais exigem observância ao devido processo legal. A resposta da instituição há de ser responsável após análise das imputações", afirmou.

 (Crédito:  Evaristo Sá/AFP)
(Crédito: Evaristo Sá/AFP)

Rosa Weber voltou a defender a urna eletrônica. Ela disse não haver "base empírica" das "criativas teses que atentam contra a lisura do processo eleitoral":

"O sistema eletrônico é auditável. Qualquer fraude necessariamente deixaria digitais. A Justiça Eleitoral mantém postura firme e serena, por mais conturbado que seja o momento. Confiem na Justiça Eleitoral. Ela é a melhor arma do eleitor. É instituição comprometida com sua missão institucional", declarou.

Neste sábado, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar se empresas disseminaram, de forma estruturada, mensagens falsas contra os dois candidatos a presidente nas redes sociais, tanto contra Fernando Haddad (PT) quanto contra Jair Bolsonaro (PSL).

O pedido foi enviado na sexta-feira pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que confirmou a abertura da investigação. O objetivo é saber se houve utilização de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar conteúdo falso contra os adversários.


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