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Joe Biden é eleito o novo presidente dos Estados Unidos

O democrata é o 46° líder que vai comandar a Casa Branca. Pensilvânia é o estado responsável por eleger Biden, com 284 delegados.

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O democrata Joe Biden foi eleito o novo presidente dos Estados Unidos. A projeção da mídia americana confirmou Biden como o novo presidente na tarde deste sábado (07). Apuração ainda não terminou nos estados, no entanto, o Democrata tem delegados suficientes. A Pensilvânia é o estado responsável por eleger Biden, com 290 delegados. Ele é o 46° líder que vai comandar a Casa Branca. 

Segundo as projeções da Associated Press, faltavam pelo menos 6 votos no colégio eleitoral até a manhã de hoje para que Biden confirmasse sua vitória. Outros veículos, como o "New York Times", por exemplo, ainda não haviam declarado Biden vencedor no Arizona, que tem 11 delegados. Porém, com os 20 votos eleitorais da Pensilvânia, a disputa no Arizona passou a ser indiferente, já que não muda mais o resultado.

A Pensilvânia é o terceiro estado do chamado Cinturão de Ferrugem em que o presidente Trump venceu em 2016, mas que virou para Biden em 2020, junto com Michigan e Ohio. Além do Arizona, Biden também lidera em Nevada e Geórgia, outros estados em que Trump venceu em 2016.

Biden é eleito o novo presidente dos Estados Unidos

Joe Biden ultrapassou, na contagem de votos das eleições presidenciais americanas, o recorde de votos já recebidos por um candidato na história eleitoral dos Estados Unidos. O ex-presidente Barack Obama, de quem Biden foi vice, detinha o recorde anterior. Já Donald Trump se torna o primeiro presidente em exercício a perder a reeleição americana desde George H.W. Bush, em 1992.

"Estou honrado pela confiança que o povo americano depositou em mim e na vice-presidente Kamala Harris. Frente a obstáculos inéditos, um número recorde de americanos votou. Provando uma vez mais que a democracia bate fundo no coração dos Estados Unidos. Com o fim da campanha, é hora de deixar a raiva e a retórica agressiva para trás e nos unirmos como uma nação. É hora de os Estados Unidos se unirem. E de curar. Nós somos os Estados Unidos da América. E não há nada que não possamos fazer, se fizermos juntos", disse Biden em nota assim que sua vitória foi dada como certa. 

Segundo a agência de notícias americana Associated Press, Biden tinha recebido, até as 15h (horário de Brasília) de quarta-feira, 70.005.562 de votos, o equivalente a 50,16% dos votos já apurados. O recorde anterior, de 2008, foram os 69.498.516 votos dados a Barack Obama (o voto nos Estados Unidos, diferente do Brasil, não é obrigatório).

Novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden / Crédito: Brendan McDermid/Reuters


Alguns líderes de Estado já se pronunciaram sobre os resultados das eleições americanas, mesmo sem uma definição oficial.  O primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama, se antecipou aos resultados oficiais e já deu os parabéns a Joe Biden, pedindo que ele, como futuro presidente, traga os EUA de volta ao Acordo de Paris. "Parabéns, Joe Biden. Juntos, temos um planeta para salvar de uma emergência climática e uma economia global para reconstruir diante da Covid-19. Agora, mais do que nunca, precisamos dos EUA à frente desses esforços multilaterais (e de volta ao Acordo de Paris - mais rápido possível!)", disse Bainimarama no Twitter.

A data de hoje marca o retorno de um democrata à Casa Branca desde a saída de Barack Obama, que governou o país entre 2009 e 2017, em que Biden foi vice-presidente. Casado com Jill Biden, Joe Biden nasceu em 1942 na Pensilvânia, em uma família católica. O democrata se notabilizou na política em 1972, quando, aos 29 anos, se elegeu para o Senado pelo estado de Delaware e se tornou uma das pessoas mais jovens a assumir o cargo na história dos Estados Unidos. Nas proximidades da Casa Branca, por diversas regiões de Washington e cidades como Nova York,  diversos apoioadores de Biden comemoram a vitória anunciada pela mídia. 

Para Donald Trump, a eleição está sendo roubada e por isso, entrará com as medidas judiciais cabíveis. Sua campanha se posicionou através de nota após o anúncio da imprensa americana da vitória do Democrata, que a disputa ainda não acabou. Os republicanos pediram uma recontagem em Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e em Michigan. Essas manobras judiciais de Trump ocorreram após ataques do republicano contra a integridade da votação, ao mesmo tempo em que declarou vitória e sugeriu -- sem comprovação - que os democratas tentariam fraudar a eleição. 

Trump publicou uma nota em seu site negando os resultados e afirmando que a campanha eleitoral não acabou. "Todos nós sabemos por que Joe Biden está se apressando em fingir que é o vencedor e por que seus aliados da mídia estão se esforçando tanto para ajudá-lo: eles não querem que a verdade seja exposta. O simples fato é que esta eleição está longe de terminar", afirmou Trump. "Quem decide os votos legais é o presidente, não a mídia", concluiu.

Mais de 100 milhões de eleitores americanos votaram antes do dia oficial das eleições. Isso representa quase 73% do total de pessoas que foram às urnas em 2016. Desses, mais de 64,5 milhões das cédulas foram enviadas pelo correio.



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