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Palmas tem recorde no número de candidatos para prefeitura e Câmara

Até à noite de sábado (26), o sistema da Justiça Eleitoral tem 12 chapas na disputa pelo paço municipal e 455 pedidos de registro de candidatura para vereador. Números podem mudar

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Palmas deve ter recorde de candidatos nas eleições deste ano tanto para o cargo de prefeito como para a Câmara de Vereadores. Até sábado (26) foram contabilizados 12 pedidos de registro de candidatura para prefeitura e 455 para o cargo de vereador. Os números ainda podem sofrer alteração, mas nesse momento já superaram os registros quatro anos atrás, durante o pleito de 2016.

Vista da regiao central de Palmas 

Os números têm como base os pedidos de registro de candidatura computados até às 19h de sábado (26), mas a Justiça Eleitoral ainda vai julgar cada caso e também pode haver desistências. Solicitações que não tenham sido feitas por meio digital também tem um prazo de até 48 horas para entrar no sistema, ou seja, os números podem aumentar.

Esse aumento, inclusive, é uma tendência nacional registrada em quase todas as capitais do país.

Comparativo

A quantidade de interessados em ocupar o paço municipal dobrou em relação às últimas eleições. Considerando os pedidos feitos até este sábado (26) serão 12 chapas na disputa pelos cargos de prefeito e vice-prefeito da capital. Em 2016, eram seis candidatos na disputa.

Em relação à Câmara de Vereadores, nas últimas eleições eram 353 pessoas disputando as 19 cadeiras de vereador em Palmas. O percentual era de 18,58 por vaga. Em 2020, até o momento são 455 pedidos de registro de candidatura. O percentual, neste caso, é de 23,94 candidatos para cada cargo.

Especialistas apontam que o aumento no número de candidatos se deve, principalmente, ao fim das coligações para eleições proporcionais (vereador, deputado estadual e deputado federal). Esta é a primeira eleição em que a mudança passa a valer, apesar da alteração ter sido aprovada em 2017. As coligações ainda são permitidas nas eleições majoritárias (prefeito, presidente, governador e senador).

"Os partidos vão ter que lançar muita gente para tentar ganhar o maior número de votos possível e tentar emplacar alguém na Câmara Municipal. Isso acabou gerando uma pulverização de candidaturas, e cada partido tende a ter um incentivo de lançar muitos candidatos porque assim tem mais chances de conseguir os votos para o quociente eleitoral", diz o professor Bruno Carazza, do Ibmec e da Fundação Dom Cabra.

O quociente eleitoral define quantos votos cada partido precisa alcançar para conseguir uma cadeira no Legislativo (exceto no Senado, que faz parte da eleição majoritária). Para chegar a esse número, a Justiça Eleitoral calcula o total de votos válidos (excluindo votos brancos e nulos) e verifica o número de vagas em disputa. Se forem 100 mil votos e dez cadeiras, por exemplo, o quociente eleitoral é 10 mil.


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