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Em carta, governadores do Nordeste afirmam que manterão medidas

Líderes do Nordeste divulgaram uma carta nesta quarta-feira, 25 de março

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Em uma reação ao pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o Consórcio Nordeste divulgou na quarta-feira, 25 de março, uma carta com cobranças ao Governo Federal e a garantia de que manterão as medidas que vem sendo adotadas pelas gestões estaduais, como o isolamento.

O documento é assinado pelos nove governadores da região, dentre os quais o piauiense Wellington Dias. “O momento vivido pelo Brasil é gravíssimo. O Coronavírus é um adversário a ser vencido com muito trabalho, bom senso e equilibro”, indicam os líderes.

Os governadores reiteram que continuarão ‘adotando medidas baseadas no que afirma a ciência seguindo orientação de profissionais de saúde, capacitados para lidar com a realidade atual’.  “Vamos manter as medidas preventivas gradualmente revistas de acordo com os registros informados pelos órgãos oficiais de saúde de cada região”, aponta a carta.

No documento, o Consórcio Nordeste critica a postura combativa de Jair Bolsonaro, num momento ‘de guerra contra uma doença altamente contagiosa e com milhares de vítimas fatais’.  “A decisão prioritária e a de cuidar da vida das pessoas, não esquecendo da responsabilidade de administrar a economia dos estados. É um momento de união, de se esquecer diferenças políticas e partidárias. Acirramentos só farão prejudicar a gestão da crise”, revelam.

Os governadores ainda cobram medidas efetivas da União, que possam resguardar os trabalhadores e auxiiá-los no enfrentamento das dificuldades oriundas da grave crise de saúde global. “Entendemos que cabe ao Governo Federal ação urgente voltada aos trabalhadores informais e autônomos. Agressões e brigas não salvarão o País. O Brasil precisa de responsabilidade e serenidade para encontrar soluções equilibradas. Ao mesmo tempo, solicitamos a necessidade urgente de uma coordenação e cooperação nacional para proteger empregos e a sobrevivência dos mais pobres”, destacam.

Os governadores se dizem ‘frustrados com o posicionamento agressivo da Presidência da República, que deveria exercer o seu papel de liderança e coalizão em nome do Brasil’.



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