Além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo menos 13 políticos já formam uma lista de pré-candidatos declarados à Presidência da República. Além deles, há casos de políticos que se colocaram à dispisição dos partidos, mas ainda não viraram pré-candidatos. Veja datas do calendário eleitoral das Eleições Gerais de 2018

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

condenação em segunda instância no TRF-4 , o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi lançado como pré-candidato do PT à Presidência da República. O metalúrgico e ex-sindicalista fundou o PT em 1980, sendo o primeiro presidente do partido. Em 1986, se elegeu deputado federal constituinte por São Paulo. Presidente da República por dois mandatos consecutivos (2003-2006 e 2007-2010), conseguiu eleger como sucessora a ex-ministra Dilma Rousseff,

Lula (Crédito:  André Penner/AP/Arquivo)
Lula (Crédito: André Penner/AP/Arquivo)

Marina Silva (Rede)

Marina Silva (Crédito:  Wilson Dias/Agência Brasil/Arquivo)
Marina Silva (Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil/Arquivo)

Jair Bolsonaro (PSL)

Jair Bolsonaro é militar da reserva e cumpre o sétimo mandato consecutivo como deputado federal. Em 5 de janeiro, anunciou filiação ao PSL e pré-candidatura a presidente pelo partido, nona legenda à qual se filiou. É réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal por suposta prática de apologia ao crime de estupro e por injúria. Em 2014, ele afirmou que não estuprava a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece". Em razão do episódio, o Supremo Tribunal Federal abriu em 2016 ação penal contra o deputado.

Jair Bolsonaro (Crédito: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados/Arquivo)
Jair Bolsonaro (Crédito: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados/Arquivo)

Alvaro Dias (Podemos)

Alvaro Dias cumpre o quarto mandato de senador (três consecutivos desde 1999 e um de 1983 a 1987). Entre 1987 e 1991, foi governador do Paraná. Começou a carreira política no PMDB. Depois passou por PST e PP, até se filiar ao PSDB, em 1994. Em 2001, foi expulso do PSDB, por agir contra orientações do partido, mas retornou em 2003 e voltou a sair em janeiro de 2016, para entrar no PV. Anunciou a pré-candidatura à Presidência da República em novembro, durante evento do Podemos no Rio de Janeiro.

Alvaro Dias (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo)
Alvaro Dias (Crédito: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo)

Arthur Virgílio

O atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1982 pelo PMDB. Em 1988, no PSB, foi eleito prefeito de Manaus. Um ano após a eleição, migrou para o PSDB, partido que ajudou a fundar. Voltou à Câmara dos Deputados, eleito em 1994 e reeleito em 1998. Ocupou o posto de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, se elegeu senador. Voltou a ser prefeito de Manaus, eleito em 2012 e reeleito em 2016.

 (Crédito: Pedro França/Agência Senado/Arquivo)
Arthur Virgílio Neto (Crédito: Pedro França/Agência Senado/Arquivo)

Geraldo Alckmin

Médico começou a carreira pública em Pindamonhangaba, onde se elegeu vereador em 1973. Depois, foi prefeito da cidade e deputado estadual e federal por São Paulo. Em 1986, se elegeu deputado constituinte federal. Em 1988, deixou o PMDB, partido que integrava até então, para fundar o PSDB. Em 2001, assumiu o governo de São Paulo após a morte do então governador Mário Covas. Se reelegeu em 2002. Em 2006, disputou a Presidência e perdeu para o então presidente Lula. Em 2010, elegeu-se novamente para o governo de São Paulo, reeleito em 2014. Em dezembro de 2017, foi eleito presidente nacional do PSDB e anunciou a pré-candidatura para o Palácio do Planalto.

 (Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo)
Geraldo Alckmin (Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo)

 (Crédito:  Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil/Arquivo))
Ciro Gomes (Crédito: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil/Arquivo))

Cristovam Buarque (PPS)

Fernando Collor (PTC)

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