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Ministro Queiroga vem ao Piauí pela 2ª vez para lançar campanha nacional

Teresina foi escolhida pelo Ministério da Saúde para sediar a abertura da Campanha Nacional de Multivacinação.

Menos de dez dias após a última visita ao Estado, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga volta à Teresina no próximo sábado (16)  para lançar o dia D da Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente. 

Teresina foi escolhida pelo Ministério da Saúde para sediar a abertura e 19 Unidades Básicas de Saúde (UBS) estarão abertas para receber este público. 

A  abertura será às 8h na UBS Leônidas Antônio Deolindo, no bairro Saci, com a presença do Ministro da Saúde Marcelo Queiroga.

A campanha se iniciou no dia 1º de outubro e tem por objetivo regularizar a situação vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos. Para isso, as salas do município estão oferecendo as vacinas da rotina, a fim de resgatar a população não vacinada ou com esquemas incompletos, visando melhorar as coberturas vacinais. 

“Convidamos todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos que não tomaram a vacina do esquema de rotina, ou que esteja com alguma vacina atrasada, para comparecer a uma de nossas salas de vacina”, diz Ayla Calixto, técnica da Diretoria de Atenção Básica da Fundação Municipal de Saúde (FMS), reforçando ainda que não deixem de levar o cartão de vacinação. 

Queiroga vem ao Piauí lançar campanha de multivacinação (Foto: Agência Brasil)Queiroga vem ao Piauí lançar campanha de multivacinação (Foto: Agência Brasil)

“Isso porque cada vacina tem sua peculiaridade, e com o cartão o profissional vai saber como administrar, o que pode dar naquele momento segundo fatores específicos”, explica. 

A estratégia de multivacinação foi adotada em 2012 e é realizada em um período determinado e curto espaço de tempo todos os anos. As recomendações são elaboradas a partir de estudos que demonstram como uma vacina pode proporcionar o máximo de eficácia e proteção contra as doenças imunopreveníveis.

Doses administradas em intervalos inoportunos ou com número de doses insuficientes podem prejudicar o objetivo do programa de vacinação, uma vez que a proteção individual e coletiva passa a não ser alcançada e, com isso, as doenças que foram eliminadas podem retornar ou mesmo ter mudanças no seu comportamento epidemiológico, passando a acometer também adolescentes e adultos jovens,explica Gilberto Albuquerque

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